SINOPSE
Entretanto, um cadáver não identificado é recuperado de um campo na ilha de Lewis. O corpo, perfeitamente preservado, está marcado por hediondos golpes de esfaqueamento. É inicialmente classificado pelos investigadores como o cadáver de um homem que viveu há dois mil anos. Até encontrarem uma tatuagem de Elvis no seu braço direito.
Quando os testes de ADN indicam um parentesco entre o cadáver recuperado da turfa e o pai de Marsaili, a paixão de infância de Fin, este vê o seu regresso assumir contornos mais turbulentos do que aquilo que inicialmente esperava.
Como Fin acabará por descobrir, é uma mentira que Tormod manteve por uma boa razão.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Poderoso e autêntico!»
Sunday Herald
«Uma das melhores séries criminais dos últimos anos.»
The Independent
«A descrição do ambiente é tão impressionante quanto a própria ação.»
The Sunday Telegraph
«Tão bom quanto o seu soberbo antecessor, A Casa Negra.»
The Guardian
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897541391 |
| Editor: | Marcador |
| Data de Lançamento: | abril de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 153 x 234 x 25 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 360 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Marcador Literatura |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789897541391 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Fascinante
Liliana Costa
Arrebatador do inicio ao fim, queremos sempre ler mais um capitulo para saber o que afinal aconteceu. E que final!
Fantástico
DNF
Uma história que nos faz ficar o livro inteiro a perguntarmo-nos "mas o que raio aconteceu?". Ficamos pregados a cada página! Muito bom
Mais profundo
P.Afonso
Este segundo volume traz-nos uma história ainda mais fascinante e mais profunda. É um thriller que nos dá que pensar acerca das motivações do ser humano e das consequências que daí advêm. Muito bom.
2º volume da trilogia de Lewis, de Peter May
A.M.P.V.
Uma sequela com a mesma qualidade do livro que lhe deu origem. Continuam as apaixonantes descrições dos desoladores cenários da ilha de Lewis e, bem ao estilo do autor, o bem conseguido diálogo entre passado e presente, na narrativa, desta vez com alguém que, aos poucos, vai perdendo o contato com a realidade, fustigado pelo agravar de um estado entre a demência e a senilidade. É leitura obrigatória para quem leu o primeiro volume, “A Casa Negra”. Resta, agora, esperar pela publicação do terceiro volume desta trilogia, “Chess men”, e, quem sabe, esperar que a Marcador traga para Portugal mais livros de Peter May como, por exemplo, o magnífico “Entry Island”. Entretanto, quem gostou destes dois primeiros volumes, pode verificar os lugares e paisagens da ilha de Lewis num belíssimo livro escrito pelo próprio Peter May e ilustrado com fotografias de David Wilson intitulado “Hebrides”.
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