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Tribunais Penais Internacionais

Colectânea de textos

de José de Matos Correia
Editor: Universidade Lusíada Editora, abril de 2004 ‧
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I. Alguns apontamentos sobre a evolução da justiça penal internacional
II. O Tribunal de Nuremberga

1. A Declaração de Moscovo
2. A Conferência de Potsdam
3. O Acordo de Londres
4. Carta do Tribunal Militar Internacional
III. O Tribunal de Tóquio
1. Carta do Tribunal Militar Internacional para o Extremo Oriente
IV. O Tribunal Internacional para a Ex-Jugoslávia
1. Resolução n.º 808 (1993) do Conselho de Segurança da ONU
2. Resolução n.º 827 (1993) do Conselho de Segurança da ONU
3. Resolução n.º 1166 (1998) do Conselho de Segurança da ONU
4. Resolução n.º 1329 (2000) do Conselho de Segurança da ONU
5. Resolução n.º 1411 (2002) do Conselho de Segurança da ONU
6. Resolução n.º 1481 (2003) do Conselho de Segurança da ONU
7. Estatuto do Tribunal Internacional
V. O Tribunal Internacional para o Ruanda
1. Resolução n.º 955 (1994) do Conselho de Segurança da ONU
2. Resolução n.º 1165 (1998) do Conselho de Segurança da ONU
3. Resolução n.º 1431 (2002) do Conselho de Segurança da ONU
4. Resolução n.º 1503 (2003) do Conselho de Segurança da ONU
5. Estatuto do Tribunal Internacional
VI. O Tribunal Penal Internacional
1. Estatuto de Roma
VII. O Tribunal especial para a Serra Leoa
1. Resolução n.º 1315 (2000) do Conselho de Segurança da ONU
2. Acordo entre as Nações Unidas e o Governo da Serra Leoa sobre o estabelecimento de um Tribunal Especial para a Serra Leoa
3. Estatuto do Tribunal Especial

A justiça internacional penal parece ter enfim encontrado o seu caminho, mas os obstáculos continuarão, de certo, a ser de monta. A prática confirma que não se pode contar com uma alteração súbita do modo como os Estados encaram o seu relacionamento com as jurisdições penais internacionais e como estão disponíveis a com elas cooperar. O próprio Tribunal Penal Internacional não foge a esta regra, pois as dificuldades começam a tornar-se bem patentes ainda antes do início do seu funcionamento.
Apesar dos problemas, importa contudo manter a determinação, até porque o mundo não pode continuar por mais tempo a contemporizar com um estado de coisas em que, como afirmou José Ayala Lasso, antigo Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, uma pessoa tem mais possibilidades de ser julgada e condenada pela morte de um ser humano do que pela morte de 100 000 pessoas.

Tribunais Penais Internacionais

Colectânea de textos

de José de Matos Correia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728397531
Editor: Universidade Lusíada Editora
Data de Lançamento: abril de 2004
Idioma: Português
Dimensões: 164 x 244 x 292 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 292
Tipo de produto: Livro
Coleção: Textos Jurídicos
Classificação Temática: Livros em Português > Direito > Direito Internacional
Livros em Português > Direito > Direito Penal
EAN: 9789728397531
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

José de Matos Correia

Professor da Universidade Lusíada. Doutorando em Direito Público na mesma Universidade. Investigador do Centro de Estudos Jurídicos, Económicos, Internacionais e Ambientais (CEJEIA) da Universidade Lusíada. Vice-Presidente do Conselho de Administração da Fundação Minerva – Cultura – Ensino e Investigação Científica. Vice-Chanceler da Universidade Lusíada. Advogado. Consultor na CMS/Rui Pena e Arnaut. Deputado eleito pelo círculo eleitoral de Lisboa nas VIII, IX, X, XI, XII e XIII Legislaturas (1999-2019). 1.º Vice-Presidente da Assembleia da República (2015-2019). Presidiu, por duas vezes, à Comissão Eventual de Revisão Constitucional (em 2004 e em 2014). Autor de várias obras e estudos, entre os quais: "Tribunais Penais Internacionais" (2004); "A responsabilidade política" (em coautoria) (2010) e "Introdução ao Direito Processual Constitucional" (2021).

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