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Traité Théologico-Politique

de Baruch de Espinosa
idioma: francês
Editor: HATIER, agosto de 2011 ‧
5,34€
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Le Traité théologico-politique, que Spinoza a publié anonymement en 1670, élabore les concepts et pose les principes qui nous permettent encore aujourd'hui de préserver à la fois la liberté des cultes et l'autonomie individuelle du jugement. Car la religion est compatible avec la libre pensée, pourvu que ceux qui ont des convictions acceptent de ne pas les imposer à ceux qui n'en ont pas. Le dossier - l'architecture de l'oeuvre - l'auteur et le contexte - chronologie - thèmes et problématiques de l'oeuvre - glossaire

Traité Théologico-Politique

de Baruch de Espinosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9782218959042
Editor: HATIER
Data de Lançamento: agosto de 2011
Idioma: Francês
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Coleção: Classiques De La Philosophie Hatier
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Leituras orientadas
EAN: 9782218959042

SOBRE O AUTOR

Baruch de Espinosa

Baruch de Espinosa nasceu em Amesterdão a 24 de novembro de 1632, tendo sido um dos principais filósofos do século XVII, a par de Descartes e Leibniz. Nasceu no seio de uma família judaico-portuguesa, oriunda da vila alentejana da Vidigueira e fugida às perseguições da Inquisição. Recebeu dos pais o nome de Benedito de Espinosa, mas assinou Baruch em várias das suas obras, devido à sua condição de judeu nascido em Amesterdão. Acabou por adotar o nome Benedictus, ou seja, a correspondente palavra latina, depois da excomunhão hebraica ditada pela sinagoga portuguesa de Amesterdão em 1656. Espinosa foi um profundo estudioso da Bíblia, do Talmude e de obras de filósofos judeus, como Maimónides. Estudou Sócrates, Platão e Aristóteles, De Rerum Natura de Lucrécio, os epicuristas e o pensamento heterodoxo de Giordano Bruno.
Hermeneuta da Bíblia, Espinosa considerava-a uma obra metafórica e alegórica que não exprimia a verdade sobre Deus. Opôs-se a todo o género de superstições, tendo-se notabilizado pela sua frase «Deus sive natura» («Deus, ou seja, a natureza»). Não admira pois que, da expulsão decretada em português pela sinagoga de Amesterdão, faça parte a imprecação de que «Deus jamais lhe perdoe os seus pecados» e que «a cólera e a indignação do Senhor o cerquem e para sempre se abatam sobre a sua cabeça». Para subsistir, Espinosa trabalhou no polimento de lentes nas épocas em que viveu em casas de famílias de Outerdek e Rijnsburg. Recebia, contudo, correspondência de personalidades tão destacadas como o filósofo Leibniz, o médico Ludovico Meyer, Henry Oldenburg, da Royal Society, e o cientista holandês Huygens. Luís XIV ofereceu-lhe uma pensão para que Espinosa lhe dedicasse um livro, o que ele recusou. Em 1670, Espinosa trocou Amesterdão por Haia, onde concluiu o seu Tratado Teológico-Político, que recebeu críticas dos poderes políticos e religiosos. Recusou o convite da Universidade de Heidelberg, para poder manter a independência de pensamento. Morreu no domingo de 21 de fevereiro de 1677, vitimado por tuberculose. Tinha 44 anos, e muitos anos depois o escritor Jorge Luis Borges haveria de dizer que era um dos homens com quem mais teria gostado de conversar. Ética teve publicação póstuma devida à dedicação dos seus amigos.

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