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L'Éthique

de Baruch de Espinosa
idioma: francês
Editor: LE LIVRE DE POCHE, abril de 2011 ‧
13,29€
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L'Ethique parut en 1677, après la mort de Spinoza. Par sa perfection formelle de diamant taillé et par son monisme déterministe intransigeant, proche d'une " ivresse de Dieu " (Novalis) ou d'un " athéisme poli " (Henri Gouhier), l'oeuvre manifesta immédiatement son pouvoir de subversion. Elle ouvrit et rendit possibles le XVIIIe siècle et les Lumières. Aujourd'hui, sa fécondité reste entière. Une nouvelle traduction française, rigoureusement argumentée, et un nouveau regard prenant en compte l'ensemble de l'ouvrage révèlent l'Ethique comme une philosophie du désir accompli et de la joie extrême. Par son cheminement vers " l'homme libre " et vers " la félicité ", elle rend possible la naissance d'une philosophie contemporaine qui soit à la fois une sortie de crise et une éthique de la vraie vie. Une étude introductive approfondie et des commentaires largement développés éclairent la cohérence conceptuelle et le propos existentiel de l'oeuvre en même temps qu'ils justifient les choix du traducteur.

L'Éthique

de Baruch de Espinosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9782253089209
Editor: LE LIVRE DE POCHE
Data de Lançamento: abril de 2011
Idioma: Francês
Dimensões: 107 x 176 x 25 mm
Páginas: 640
Tipo de produto: Livro
Coleção: Le Livre De Poche Classiques
Classificação Temática: Livros em Francês > Ciências Soc. e Humanas > Filosofia
EAN: 9782253089209

SOBRE O AUTOR

Baruch de Espinosa

Baruch de Espinosa nasceu em Amesterdão a 24 de novembro de 1632, tendo sido um dos principais filósofos do século XVII, a par de Descartes e Leibniz. Nasceu no seio de uma família judaico-portuguesa, oriunda da vila alentejana da Vidigueira e fugida às perseguições da Inquisição. Recebeu dos pais o nome de Benedito de Espinosa, mas assinou Baruch em várias das suas obras, devido à sua condição de judeu nascido em Amesterdão. Acabou por adotar o nome Benedictus, ou seja, a correspondente palavra latina, depois da excomunhão hebraica ditada pela sinagoga portuguesa de Amesterdão em 1656. Espinosa foi um profundo estudioso da Bíblia, do Talmude e de obras de filósofos judeus, como Maimónides. Estudou Sócrates, Platão e Aristóteles, De Rerum Natura de Lucrécio, os epicuristas e o pensamento heterodoxo de Giordano Bruno.
Hermeneuta da Bíblia, Espinosa considerava-a uma obra metafórica e alegórica que não exprimia a verdade sobre Deus. Opôs-se a todo o género de superstições, tendo-se notabilizado pela sua frase «Deus sive natura» («Deus, ou seja, a natureza»). Não admira pois que, da expulsão decretada em português pela sinagoga de Amesterdão, faça parte a imprecação de que «Deus jamais lhe perdoe os seus pecados» e que «a cólera e a indignação do Senhor o cerquem e para sempre se abatam sobre a sua cabeça». Para subsistir, Espinosa trabalhou no polimento de lentes nas épocas em que viveu em casas de famílias de Outerdek e Rijnsburg. Recebia, contudo, correspondência de personalidades tão destacadas como o filósofo Leibniz, o médico Ludovico Meyer, Henry Oldenburg, da Royal Society, e o cientista holandês Huygens. Luís XIV ofereceu-lhe uma pensão para que Espinosa lhe dedicasse um livro, o que ele recusou. Em 1670, Espinosa trocou Amesterdão por Haia, onde concluiu o seu Tratado Teológico-Político, que recebeu críticas dos poderes políticos e religiosos. Recusou o convite da Universidade de Heidelberg, para poder manter a independência de pensamento. Morreu no domingo de 21 de fevereiro de 1677, vitimado por tuberculose. Tinha 44 anos, e muitos anos depois o escritor Jorge Luis Borges haveria de dizer que era um dos homens com quem mais teria gostado de conversar. Ética teve publicação póstuma devida à dedicação dos seus amigos.

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