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Todo Lo Que Es Pensable

de Judith Herzberg
idioma: espanhol
Editor: Editorial Pre-Textos, outubro de 2019 ‧
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Ella pinta lo que no puede comer poseer o describir.Pinta lo que no permanecequieto no queda igual novaría. Pinta lo que ella no puede cultivar ni cazarni olvidar. Pinta lo que no puede adivinar asir o comprender. Lo que nopuede abrazar mimaro desaprobar. Descuidar,dejar asilvestrarse. Talar,despedazar. Quemar.Lamentar. Pinta aquelloque no la deja dormirlo que no recuerda,no en color. Lo que no puedecantar no puede exultar.Lo indefinido ejerce siempreun indefinible atractivo.«Lo que le gustaría pintar» Judith HerzbergJudith herzberg (Ámsterdam,1934) es probablemente la poeta más leída de las últimas décadas en los Países Bajos y Flandes. Debutó en 1961, publicando poemas en el semanario Vrij Nederland y dos años más tarde salió su primer libro, el poemario Zee-post (Correo marítimo). Su poesía, que da voz al asombro por las pequeñas cosas cotidianas y las grandes injusticias, ha sido traducida a numerosos idiomas, entre ellos el alemán, francés, hebreo, inglés y portugués.Desde la década de 1970 ha escrito, además, unas veinticinco obras de teatro, dos de las cuales han sido editadas en castellano: En/of (Y/o) y De caracal (El caracal).Por su poesía recibió el galardón P. C. Hooftprijs y por el conjunto de su obra, el Premio de las Letras Neerlandesas (Prijs der Nederlandse Letteren), que se suman a otras distinciones.

Todo Lo Que Es Pensable

de Judith Herzberg

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417830830
Editor: Editorial Pre-Textos
Data de Lançamento: outubro de 2019
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 244
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788417830830

SOBRE O AUTOR

Judith Herzberg

Nasceu em Amesterdão em 1934. Começou a publicar poesia no início dos anos 60. Nos anos 70 começou a escrever para teatro. É também autora de ensaios, argumentos cinematográficos, peças para televisão e várias traduções. Recebeu vários prémios e tem peças traduzidas em alemão, inglês, francês e italiano. Disse uma vez: "Evito afirmações moralistas nas minhas peças. Tento que o público possa experimentar a mesma confusão que eu, quando observo a realidade." A sua obra poética iniciou-se com Zeepost (1963), a que se seguiram Beemdgras (1968), Vliegen (1970), Strijklicht (1971), 27 Liedesliedjes (1971), uma adaptação do Cântico dos Cânticos, Botshol (1981), Dagrest (1984), Twintig gedichten (1984), Dat Engels geen au heeft (1985), Zoals (1987), Doen en laten (1994), Wat zij wilde schilderen (1996), Landschap (1998), Bijvangst (1999), Staalkaart (2000), 10 mooiste gedichten (2002), Soms vaak (2004). Uma breve antologia sua foi publicada na Revista DiVersos nº 7.
No teatro podem destacar-se: De deur stond open (1972), Het is geen hond (1973), Dat het 's ochtends ochtend wordt (1975), Leedvermaak [Os Casamentos de Lea] (1982), En/of (1985), Merg (1986), De kleine zeemeermin (1986), De Caracal (1988), Kras (1989), Een goed hoofd (1991), Rijgdraad (1995), De Nietsfabriek (1997), Een golem (1998), Lieve Arthur (2000), Simon (2002) e Vielleicht Reisen (2004).
Os Casamentos de Lea e O Caracal encontram-se publicados no nº 3 da Revista Artistas Unidos em traduções, respectivamente de Lut Caenen e Lieve van Loocke e de Lut Caenen e Filipe Ferrer. O primeiro texto foi apresentado durante as Leituras de Teatro Neerlandês, em 2000. Em 2003, Alberto Seixas Santos dirigiu O Caracal no Teatro Taborda.

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