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Tiens-Les Dans Tes Bras

de John Berger
idioma: francês
Editor: TEMPS DES CERISES, março de 2009 ‧
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Dans ce volume (dont le titre original en anglais est « Hold everything dear ») sont réunis des articles et des essais écrits par John Berger au cours de ces dernières années et pour la plupart publiés dans de grands journaux internationaux, (Le Monde diplomatique, El Pais, le Times...). John Berger, (qui vit en France depuis de nombreuses années, dans un village de montagne, et qui est sans doute l'un des intellectuels anglais les plus marquants d'aujourd'hui) y traite de nombreux sujets : du pouvoir de la désinformation ou de la lutte contre le terrorisme à Mahmoud Darwish et à la Guerre à Gaza, de nos rapports aux morts, au pouvoir de l'art ou à la puissance du désir... Chaque fois, il allie la plus grande attention à la réalité sensible, un regard d'écrivain empreint de sympathie et de compassion, avec l'esprit critique le plus aigü et une grande exigence de lucidité. Ce beau livre est celui d'une conscience sensible, attentive au devenir de la civilisation humaine.

Tiens-Les Dans Tes Bras

de John Berger

Propriedade Descrição
ISBN: 9782841097708
Editor: TEMPS DES CERISES
Data de Lançamento: março de 2009
Idioma: Francês
Páginas: 164
Tipo de produto: Livro
Coleção: Revue Commune
Classificação Temática: Livros em Francês > Política > Política em Geral
EAN: 9782841097708

SOBRE O AUTOR

John Berger

John Berger (1926-2017), crítico de arte, pintor e escritor inglês, ícone da contracultura e um dos pensadores mais influentes dos nossos dias, avançou contra a corrente num tempo de especialistas e especializações. Em quadros, ensaios, poemas, ficções, argumentos para cinema ou programas de televisão, foi plural também nas suas inspirações, tomando interesse nas franjas da sociedade (os presos, os camponeses, os migrantes) como exemplos de resistência em face da ignomínia de governos e mercados. Foi para escapar a essa infâmia, aliás, que Berger se exilou durante mais de 50 anos na França rural. Ganhou o Prémio Booker em 1972 com o seu romance experimental feminista G., e o seu ensaio mais famoso, Modos de Ver, escrito nesse ano após o êxito retumbante da série homónima da BBC, é uma referência na crítica de arte ainda hoje estudada por académicos e redescoberta pelo público. Com um olhar curioso sobre o mundo, com os pés assentes na terra e as mãos a revolvê-la, soube como poucos expor, ao longo da obra e da vida, as suas convicções políticas, contradições e metamorfoses.

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