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Thomas L'Imposteur

de Jean Cocteau
idioma: francês
Editor: FOLIO, novembro de 1973 ‧
8,86€
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En face, à quelque distance, on distinguait le bloc d'une patrouille ennemie. Cette patrouille voyait guillaume et ne bougeait pas. Elle se croyait invisible... - fontenoy ! cria-t-il à tue-tête, transformant son imposture en cri de guerre. - et il ajouta, pour faire une farce en se sauvant à toutes jambes : guillaume ii. Guillaume volait, bondissait, dévalait comme un lièvre. N'entendant pas de fusillade, il s'arrêta, se retourna, hors d'haleine. Alors, il sentit un atroce coup de bâton sur la poitrine. il tomba. il devenait sourd, aveugle. - une balle, se dit-il. Je suis perdu si je ne fais pas semblant d'être mort. " il n'y a que les très grands hommes qui comprennent leur temps : tu as compris le tien en même temps que tu le créais " (max jacob)

Thomas L'Imposteur

de Jean Cocteau

Propriedade Descrição
ISBN: 9782070364800
Editor: FOLIO
Data de Lançamento: novembro de 1973
Idioma: Francês
Dimensões: 110 x 180 x 10 mm
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Coleção: Folio
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782070364800

SOBRE O AUTOR

Jean Cocteau

Jean Maurice Eugene Clement Cocteau nasceu no dia 5 de julho de 1889, numa família abastada de Paris. O seu pai, advogado e pintor amador, suicidou-se quando Jean tinha apenas 9 anos, episódio que o marcou profundamente.
Apesar de ter sido um aluno medíocre e de não ter terminado o liceu, Cocteau publicou o seu primeiro livro de poemas aos 19 anos, "A Lâmpada de Aladino".
No ano de 1915, Cocteau conhece Pablo Picasso, de quem se torna amigo e com quem chega a trabalhar, por exemplo, no ballet "Parade", escrito por Cocteau, com cenários de Picasso e produzido pelo mestre russo Diaghilev.
Jean Cocteau tornou-se um escritor reconhecido, sendo o autor de peças de teatro como "A Voz Humana" (1930), da ópera "Orphée" (1926) e de romances como "Les Enfants Terribles" (1929). A carreira de Cocteau estendeu-se também ao cinema, datando o seu primeiro filme, "O Sangue de um Poeta", da década de 30. Manteve uma vida ativa até 1953, altura em que a doença o obrigou a abrandar o ritmo. Desde esse momento até à sua morte, Cocteau fez experiências e trabalhos em variadas artes gráficas, nomeadamente frescos. Morreu de um ataque cardíaco aos 74 anos de idade, no dia 11 de outubro de 1963, na sua casa de Milly-la-Forêt, depois de saber da morte da sua amiga Edith Piaf.

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