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The Veiled Woman

de Anaïs Nin
idioma: inglês
Editor: PENGUIN BOOKS LTD, fevereiro de 2018 ‧
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'What did she expect of him? What was her quest? Did she have an unfulfilled desire?'

Transgressive desires and sexual encounters are recounted in these four pieces from one of the greatest writers of erotic fiction.

Penguin Modern: fifty new books celebrating the pioneering spirit of the iconic Penguin Modern Classics series, with each one offering a concentrated hit of its contemporary, international flavour. Here are authors ranging from Kathy Acker to James Baldwin, Truman Capote to Stanislaw Lem and George Orwell to Shirley Jackson; essays radical and inspiring; poems moving and disturbing; stories surreal and fabulous; taking us from the deep South to modern Japan, New York's underground scene to the farthest reaches of outer space.

The Veiled Woman

de Anaïs Nin

Propriedade Descrição
ISBN: 9780241339541
Editor: PENGUIN BOOKS LTD
Data de Lançamento: fevereiro de 2018
Idioma: Inglês
Dimensões: 112 x 162 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 64
Tipo de produto: Livro
Coleção: Penguin Modern
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Contos
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780241339541

SOBRE O AUTOR

Anaïs Nin

Anaïs Nin (1903-1977) nasceu em Paris. A mãe era filha do cônsul holandês em Havana e o pai um pianista e compositor cubano. A sua infância é passada entre músicos e artistas de renome, e em deambulações um pouco por toda a Europa. Em 1914 o pai abandona a família e a mãe decide regressar a Nova Iorque, onde crescera, com os três filhos. A bordo do barco que a afasta da Europa solarenga, cheia de história e de arte, Anaïs começa a escrever uma longa carta ao pai, esse homem que a fascina e a aterroriza. A carta nunca foi enviada, mas foi-se prolongando a cada dia, transformando-se no seu diário e dando origem a uma paixão pela escrita.
Em 1924, já casada, regressa a Paris. Convive com algumas das maiores personalidades literárias, artísticas e vanguardistas do seu tempo: Antonin Artaud, Otto Rank, André Maurois, Lawrence Durrel, Constantin Brancusi e, claro, Henry e June Miller.
Nas vésperas da Segunda Guerra Mundial, Anaïs vê-se forçada a abandonar Paris e regressa a Nova Iorque. Vive em Greenwich Village e, embora o ambiente intelectual seja propício à escrita, os seus romances são recusados pelas editoras. Aceita então escrever histórias eróticas para um coleccionador anónimo, que serão compiladas e publicadas postumamente: Delta de Vénus e Passarinhos. Após publicar alguns dos seus romances em edição de autor, a sua obra começa a ser fortemente elogiada pela crítica e, a partir da década de 50, é editada com grande sucesso na Europa.

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