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The Masterpiece

de Émile Zola
idioma: inglês
Editor: Oxford University Press, julho de 2008 ‧
13,51€
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The Masterpiece is the tragic story of Claude Lantier, an ambitious and talented young artist from the provinces who has come to conquer Paris and is conquered by the flaws in his own genius. While his boyhood friend Pierre Sandoz becomes a successful novelist, Claude's originality is mocked at the Salon and turns gradually into a doomed obsession with one great canvas. Life - in the form of his model and wife Christine and their deformed child Jacques - issacrificed on the altar of Art. The Masterpiece is the most autobiographical of the twenty novels in Zola's Rougon-Macquart series. Set in the 1860s and 1870s, it provides a unique insight into his career as a writer and his relationship with Cezanne, a friend since their schooldays in Aix-en-Provence. It also presents a well-documented account of the turbulent Bohemian world in which the Impressionists came to prominence despite the conservatism of the Academy and the ridicule of the general public.

The Masterpiece

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9780199536917
Editor: Oxford University Press
Data de Lançamento: julho de 2008
Idioma: Inglês
Dimensões: 129 x 198 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 400
Tipo de produto: Livro
Coleção: Oxford World'S Classics
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Ficção
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780199536917

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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