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The Idiot

de Fiódor Dostoiévski
idioma: inglês
Editor: PENGUIN BOOKS LTD, maio de 2004 ‧
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Returning to St Petersburg from a Swiss sanatorium, the gentle and naive epileptic Prince Myshkin - pays a visit to his distant relative General Yepanchin and proceeds to charm the General, his wife, and his three daughters. But his life is thrown into turmoil when he chances on a photograph of the beautiful Nastasya Filippovna.

The Idiot

de Fiódor Dostoiévski

Propriedade Descrição
ISBN: 9780140447927
Editor: PENGUIN BOOKS LTD
Data de Lançamento: maio de 2004
Idioma: Inglês
Dimensões: 130 x 198 x 32 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 784
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Ficção
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780140447927

SOBRE O AUTOR

Fiódor Dostoiévski

Fiódor Dostoiévski ( Moscovo, 11.11.1821 - S. Petersburgo, 09.02.1881) foi um dos grandes percursores, como Emily Brontë, da mais moderna forma do romance, exemplificada em Marcel Proust, James Joyce, Virgina Woolf entre outros. Filho de um médico militar, aos 15 anos é enviado para a Escola Militar de Engenharia. de S. Petersburgo. Aí lhe desperta a vocação literária, ao entrar em contacto com outros escritores russos e com a obra de Byron, Vítor Hugo e Shakespeare. Terminado o curso de engenharia, dedica-se a fazer traduções para ganhar a vida e estreia-se em 1846 com o seu primeiro romance, Gente Pobre. Após mais umas tentavivas literárias, foi condenado à morte em 1849, por implicação numa suspeita conjura revolucionária. No entanto, a pena foi-lhe comutada para trabalhos forçados na Sibéria. Durante os seus anos de degredo teve uma vida interior de caráter místico, por ter sido forçado a conviver com a dura realidade russa, o que também o levou a familiarizar-se com as profundezas insuspeitas da alma do povo russo. Amnistiado em 1855, reassumiu a atividade literária e em 1866, com Crime e Castigo, marca a ruptura com os liberais e radicais a que tinha sido conotado. As obras de Dostoiévski atingem um relevo máximo pela análise psicológica, sobretudo das condições mórbidas, e pela completa identificação imaginativa do autor com as degradadas personagens a que deu vida, não tendo, por esse prisma, rival na literatura mundial. A exatidão e valor científico dos seus retratos é atestada pelos grandes criminalistas russos. Neste grande novelista, o desejo de sofrer traz como consequência a busca e a aceitação do castigo e a conceção da pena como redentora por meio da dor.

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