Terra da Paciência
Editor:
Edições Colibri, dezembro de 2013 ‧
ver detalhes do produto
20,00€
10% DESCONTO
CARTÃO
U1dVeFVWTk5Sa2hOYTA1aGRFOTVhUzlvTm1Gd2VIWTRWVU53WW10a2VpOUVSR3QzU0dwRFVsRTBaSEJzUlRsQ01sRlNTblk0U1RGcWFubzJjM3B4YkZaU1JrZHNjVVZWU2tKS1JraG1kV0V6VUcwclZteHdORzFYWVc5M2RtVlpVbVl3VlhneVNqWnRlVXMyUzNabFptMXZiVFZLWkM4M2EyRnRWVlUzY2t4dFJGcExUV3BUWm5Bd2FEVjZLMWhKU0ZNd2RXZExlVGRGVUdaWVMya3ZhVE0zTlhjNGRGTnhVazlUV1ZsNVR6Z3laM0ZITlhSTU9HWnBNa2hGYjNNdlUzbFhaWGhLUWtkTVVuZzJibkk0VW1kcWVWQkNaMDk2YjA0NFpEQnVlRkZCUXpkMWFuazJlSEJqZFhoUVozRldSamw1Tkd0b1EwUTRRMjluWkZWUU9GZFFaakpuYTNWbWVrcFZjQzlETlUxbFJWUjVNRmwzVnpONlQxWjBPRUZvYVdoU2IzaGtiMnRWTTBsU1ExZEJjVVozT1d4cFdYRlBlVFZqVm1KMWIwWlJXbUZwVTB4dmFXWjBkRE4xY0ZoU1dHcHdNelppZVc5WGFXRXlWR2RrY2pGdVZGQXdMemRYYUdwSWVVbE5SRmxPWXlzMGJubFZkblZwZFVVNFVISlRaMmR4Y1dwU05rWnRRa2Q1Ymxac1FtOXVRM2htYlRWcWNrWjVSVzk0VWl0dGJrbEVNVE5SZUU5Q2R6bFdVV05WU0ZKcVVtOU5UVlpLU0VFMmFtVm5hMUZyTVhOR2NXSm9OakJMTVVjME1UWjNSbkZKUkV4aWMydDFZemhqZW5sb1JtMTFLMkZXYUVSMWNUWm1hMWRITlVsbU9IRnpOR2xaU2tGWU9EZGtOazR6YmxWUlMxSm1iVWhIVW5sR1pIVjNSRXczTlUxWE1FRkZSVWhFVTJwdGJ6aDVOMW92ZEU5M1JYRm9TM2xvWVV4TFJHczBVWEZpVFRkQllWRkVUbUpqTjJKSlJVY3daVVJRYTNGV1UySm9UazgxTTFOd1RuWkhTbVIyV0dKMVIxZ3hRMWRPVTBRck1VOHZObWR6TTJOcmVIVkVUMkpWUms5MmEyZzBUelJDUzBwRFRGY3ZlakpCU1RsVVl5dFFhamRhYnpaSWNtOXdkamR1UVdWdVpVb3pOaXRKU2s5SU1IWkNVMDlUUzNCMGVVVXlPSEUxWWtkcVNqTTNhVU0xZEdSMVQwcHdPVGxUYm5OSEsxbEhjSHByWld4dk9WUnFVMEZWTTFSQ0swOVBha1Y0YlVwaU5VaG5VSEU0VWpWMVoydHdXV0Z2Y1hJMlJIZHllSGwzVjNFdmNUUkhOR2sxU1M4MWFUUmpVV1JNUjNGT1pUWnZaejA5Ok9rTkJvWjhYRDduL2ZQRnZSaWtOYUE9PQ==
portes grátis
SINOPSE
«(…) Anda lá, desembucha, palerma… senão levas outra!
Foi a rabuja do sargento, já de mão no ar, perante a estupefacção do bispo, e do acólito. Sancho pigarreou… como se a espinha de um peixe do mar, que nunca vira, e o mais certo seria, jamais lhe pôr a vista em cima, sentir na sua orla, o formigueiro das areias quentes na planta dos pés, receber os salpicos das ondas… talvez aqui neste relato, e por enquanto, que a vida dá muitas voltas, sabe-se lá… assentasse melhor, no engasgo do lanceiro, metáfora condicente com a personagem… olha, carocito de azeitona… seja, faça-se a vontade ao livre arbítrio, de quem encena estas peripécias, em admiráveis ermos interiores… na terra da paciência. (…)
(…) Na terra da paciência, hão-de outro dia, estar dedos calejados e hábeis, encanastrando a prestimosa cestaria… cúmplices, uma vida inteira, de outros, femininos, curvos e doridos… que, neste preciso instante… de aflijo e segredo, seguram firmes o caldeiro, e vão derramando devagarinho, água fervente, na meia barrica, para tempero da que lá habita, pois sendo ela tão escassa, há que lhe dar o melhor proveito: Aonde já se viu…? … aonde… ? … com este bafo apertando a noite… tem a quem sair friorento, o rapaz… bom, bom… mais outro caldeirinho igual a este, e vai ter água morninha pelas barbas… anda, vai chamá-los, e despacha-me esse fogareiro, quero tudo queimadinho… ah… não te esqueças, traz a farpela que os moços vestiam… aqueles camisotes… cor do vinho estragado… marcha tudinho… farrapito, percevejos, pulgas e restante bicheza… nem um se salva, nem um…!. (…)»
Foi a rabuja do sargento, já de mão no ar, perante a estupefacção do bispo, e do acólito. Sancho pigarreou… como se a espinha de um peixe do mar, que nunca vira, e o mais certo seria, jamais lhe pôr a vista em cima, sentir na sua orla, o formigueiro das areias quentes na planta dos pés, receber os salpicos das ondas… talvez aqui neste relato, e por enquanto, que a vida dá muitas voltas, sabe-se lá… assentasse melhor, no engasgo do lanceiro, metáfora condicente com a personagem… olha, carocito de azeitona… seja, faça-se a vontade ao livre arbítrio, de quem encena estas peripécias, em admiráveis ermos interiores… na terra da paciência. (…)
(…) Na terra da paciência, hão-de outro dia, estar dedos calejados e hábeis, encanastrando a prestimosa cestaria… cúmplices, uma vida inteira, de outros, femininos, curvos e doridos… que, neste preciso instante… de aflijo e segredo, seguram firmes o caldeiro, e vão derramando devagarinho, água fervente, na meia barrica, para tempero da que lá habita, pois sendo ela tão escassa, há que lhe dar o melhor proveito: Aonde já se viu…? … aonde… ? … com este bafo apertando a noite… tem a quem sair friorento, o rapaz… bom, bom… mais outro caldeirinho igual a este, e vai ter água morninha pelas barbas… anda, vai chamá-los, e despacha-me esse fogareiro, quero tudo queimadinho… ah… não te esqueças, traz a farpela que os moços vestiam… aqueles camisotes… cor do vinho estragado… marcha tudinho… farrapito, percevejos, pulgas e restante bicheza… nem um se salva, nem um…!. (…)»
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896893705 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 168 x 238 x 28 mm |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789896893705 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Da Liberdade ao Rigor10%Chiado Books15,00€ 10% CARTÃO
-
O Feitiço da Alma10%Astrolábio Edições16,00€ 10% CARTÃOportes grátis