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Também Há Cores Na Escuridão

de António Souto
Editor: Cordel D' Prata, dezembro de 2021 ‧
15,00€
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Um livro, duas histórias. A ligá-las, seres humanos confrontados com situações-limite, onde a escolha a tomar define quem são, o que vai ser o seu futuro. Em ambas, a Esperança e o Amor, nas suas belas e múltiplas formas, são protagonistas.

Porque até a noite mais longa é vencida pela luz que nasce.

Também Há Cores Na Escuridão

de António Souto

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899052406
Editor: Cordel D' Prata
Data de Lançamento: dezembro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 222 x 11 mm
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899052406

Uma obra leve e profunda, a não perder

Beatriz Jorge

Falar deste livro é falar de uma obra ao mesmo tempo leve e profunda. Leve, porque o estilo do autor não se detém em pormenorizadas descrições, antes se concentra na intriga; profunda, porque se destacam frases que induzem à reflexão sobre a vida, sobre o destino, sobre um país, Portugal, à beira de uma data histórica: o 25 de Abril de 1974. O livro recua à primeira metade da década de 70, à Primavera Marcelista, quando a prometida abertura política não se concretizou - pelo contrário, deu origem a um recrudescer da repressão e violência da polícia política. O autor entrelaça episódios históricos (como o assassinato do estudante Ribeiro dos Santos ou a intentona das Caldas) com o destino dos protagonistas. Mas esta opressão do regime, que tem impacto direto sobre as personagens, é descrita magistralmente, sem cair em excessos, de violência, como sucede noutra obra recente que, com esta, estabelece conexões: “Revolução”, de Hugo Gonçalves. Este livro deveria ser leitura recomendada nas nossas escolas, porque faria muito pelo necessário estímulo à leitura para os nossos jovens.

Altamente recomendável

Rui Mendonça

Também Há Cores na Escuridão, de António Souto, apresenta duas narrativas interligadas que exploram as profundezas da experiência humana em situações extremas. Na primeira parte, conhecemos um homem idoso que escreve cartas ao filho, relembrando o Portugal pré-25 de Abril. Ele conta a história de Mariana, uma jovem criada numa casa abastada e apaixonada por um médico perseguido pela PIDE. Essa narrativa reflete sobre amor, sacrifício e as escolhas feitas sob pressão. A segunda parte foca-se em Júlio Navarro, um homem de meia-idade desiludido e à beira do suicídio. Contudo, sua vida muda quando ele se envolve no mistério do desaparecimento de uma jovem numa floresta. A história confronta temas como a identidade e a possibilidade de redenção. Ambas as histórias tratam de esperança e amor como elementos transformadores, destacando que mesmo nas circunstâncias mais sombrias é possível encontrar luz e propósito. Um livro altamente recomendável!

Um dos melhores livros que já li

Miguel Moreira

Foi o primeiro livro que li de António Souto e fiquei completamente fascinado. Uma obra com tantas camadas, histórias, sentimentos e aprendizagens. É impossível parar de ler e isso é a maior prova de que estamos perante um grande livro.

BOA SURPRESA

João Serra

Foi o primeiro livro que li deste autor mas fiquei curioso para ler mais. Felicito a sua editora por ter apostado na publicação deste livro, que recomendo. As intrigas são interessantes e as personagens revelam alguma densidade psicóloga, em especial Mariana. Também há boas leituras em tempos de escuridão!

Surpreendente... Recomendo vivamente!

Patrícia Pereira

Através de uma escrita cativante e envolvente, o autor conduz-nos aos tempos dos primeiros amores, aos erros de que nos arrependemos, às decisões que as reviravoltas da vida nos obrigam a tomar. Sem darmos por isso, a leitura flui de forma compulsiva. Queremos acompanhar o destino das personagens, colocadas em difíceis encruzilhadas existenciais, e a intriga prende a nossa atenção do início até ao fim. Se é uma primeira obra, trata-se de uma estreia promissora de um autor a acompanhar.

SOBRE O AUTOR

António Souto

Professor e escritor, reside e lecciona no Porto. As suas raízes familiares estão na Beira Alta, tendo nascido em Castro Daire, em 1971. Licenciou-se em Humanidades, na Universidade Católica Portuguesa, em Viseu, e concluiu o mestrado em Ensino da Língua e Literatura Portuguesas, na UTAD, em Vila Real. Em 2021, lançou "Também há Cores na Escuridão", vencedor do Prémio de Melhor Obra de Ficção Literária, atribuído pela editora Cordel d ’Prata, no ano do seu lançamento. Em 2022, publicou o romance "O Sol na minha Mão", lançado na Feira do Livro de Lisboa e galardoado com o Prémio Literário Entre Palavras, na categoria Romance Histórico.
O seu mais recente trabalho, "Não Se Foge à Noite Que Cai", publicado sob a chancela da Oficina da Escrita, reafirma o seu gosto pela História, que o leva a entrelaçar factos com o mundo ficcional, pensando o passado à luz daquilo que o preocupa no tempo presente. Desde cedo apaixonado pela leitura, assume como fontes de inspiração Saramago e Steinbeck, entre outros escritores que retratam os dilemas humanos da desigualdade e injustiça social.

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