Só a água me Espera

de Eugenia Rico
Editor: Casa das Letras, junho de 2007 ‧

Uma comovedora história sobre a perda da inocência e o final da juventude. Um romance em que o leitor é o único que poderá descobrir a razão pela qual a indiferença é a pior forma de crueldade.

Prémio Azorín, 2002 - Prémio Primavera de Romance, 2004 - Prémio Espiritualidade, 2005 - Prémio Novela de Sevilha, 2007

Pouco depois da queda do Muro de Berlim, um grupo de amigos celebra uma festa que parece não ter fim. Ilse, Fátima, Werner e Ulrich pertencem à geração Erasmus que, nos anos 90, vive o sonho idílico de um mundo que aboliu as fronteiras e onde tudo procura ser beleza e harmonia. Amam-se, odeiam-se… e alguém morre. Um crime - ou um acidente - que nunca será esclarecido. E a partir daí já nada será como dantes…
Quinze anos mais tarde, outros muros mais altos se levantaram e Ilse regressa à casa onde tudo aconteceu para tentar perceber o que realmente se passou. Será que existe verdade num mundo construído de mentiras? Tudo será como nos recordamos? Seremos, na realidade, quem julgamos ser?
Só a Água Me Espera é uma história de amor, amizade, ciúme, angústia e sofrimento. Mas também uma alegoria da Europa do último século e uma comovedora história sobre a perda da inocência e o final da juventude. Um romance de detectives onde o verdadeiro detective é o leitor: o único que poderá descobrir a razão pela qual a indiferença é a pior forma de crueldade.

Só a água me Espera

de Eugenia Rico

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724617299
Editor: Casa das Letras
Data de Lançamento: junho de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 228 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 268
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ficção Estrangeira
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789724617299

SOBRE O AUTOR

Eugenia Rico

Eugenia Rico nasceu em Oviedo, em 1972. Estudou Direito e Relações Internacionais na terra natal, em Toulouse e Bruxelas. Viveu em vários países, viajou por África, Argentina e Índia, e teve os mais variados empregos para sobreviver antes de regressar a Espanha e dedicar-se à escrita. Actualmente reside em Madrid, onde colabora regularmente com vários órgãos de comunicação e se dedica à literatura.
O seu primeiro romance, Los Amantes Tristes (2000), foi amplamente elogiado pela crítica e eleito um dos melhores do ano pelos jornais El Mundo e El Periódico de Catalunya e pela revista Leer. Em 2002, Eugenia Rico recebeu o Prémio Azorín pelo seu romance La Muerte Blanca. A Idade Secreta foi finalista do prémio Primavera de Romance em 2004. A sua última obra, En el País de las Vacas sin Ojos, recebeu o Prémio Espiritualidade 2005. As suas obras já foram editadas em vários países, sempre muito bem recebidas pela crítica.

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