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Shooting An Elephant

de George Orwell
idioma: inglês
Editor: PENGUIN BOOKS LTD, fevereiro de 2023 ‧
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Today, George Orwell is perhaps most famous for his iconic novels - Nineteen Eighty-Four and Animal Farm - but in his own time it was his remarkable nonfiction writing which drew most attention.

Kind-hearted, intelligent, often funny, occasionally indignant, always insightful: his essays are some of the best ever written. Among others, this selection includes 'Shooting an Elephant', 'Such, Such Were the Joys' and 'Some Thoughts on the Common Toad'.

Introducing Little Clothbound Classics: irresistible, mini editions of short stories, novellas and essays from the world's greatest writers, designed by the award-winning Coralie Bickford-Smith.
Celebrating the range and diversity of Penguin Classics, they take us from snowy Japan to springtime Vienna, from haunted New England to a sun-drenched Mediterranean island, and from a game of chess on the ocean to a love story on the moon. Beautifully designed and printed, these collectible editions are bound in colourful, tactile cloth and stamped with foil.

Shooting An Elephant

de George Orwell

Propriedade Descrição
ISBN: 9780241630099
Editor: PENGUIN BOOKS LTD
Data de Lançamento: fevereiro de 2023
Idioma: Inglês
Dimensões: 117 x 172 x 16 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Coleção: Little Clothbound Classics
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Romance
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780241630099

Dissertações orwellianas

Gonçalo Gomes

Um conjunto de ensaios opinativos e provocatórios de Orwell, bem ao seu estilo, sobre um conjunto de temas - demonstrando que conseguia ter algo relevante a dizer sobre todos - que vão desde metáforas ao colonialismo a Shakespeare, passando por... culinária!

SOBRE O AUTOR

George Orwell

Nascido em junho de 1903, no início de um século marcado por duas guerras mundiais, o estalinismo e o nazismo, George Orwell resume na sua obra os sonhos e pesadelos do mundo ocidental nesse período.
Nasceu Eric Arthur Blair em Motihari, na Índia Britânica. O pai era um funcionário subalterno inglês e a mãe tinha origem francesa.
Após o regresso dos pais a Inglaterra, estudou na escola Henley-on-Thames, onde se distinguiu pela relativa pobreza e pelo brilhantismo intelectual.
Frequentou depois duas importantes escolas inglesas, Wellington e Eton College, onde teve como colegas Cyril Connolly e Anthony Powell. Aldous Huxley foi seu professor. Mais tarde Orwell resumiu essa experiência como "cinco anos num banho tépido de snobismo". Mas foi nessa época que conheceu duas obras que o influenciaram, A Ilha do Doutor Moreau, de H. G. Wells, e O Tacão de Ferro, de Jack London.
Ao abandonar Eton, decidiu não ir para Oxford e entrar na polícia birmanesa, embarcando para as Índias. Nos cinco anos que se seguiram, descobriu a realidade do imperialismo e recolheu material para Dias Birmaneses e para ensaios tão originais como "Matar Um Elefante" e "Um Enforcamento".
Regressado à Europa, frequentou os bairros pobres de Londres, instalando-se em Paris na Primavera de 1928. Atingido por uma pneumonia, foi internado num hospital, cujas condições terríveis inspiraram o ensaio "Como Morrem os Pobres". A convivência com os pobres e os vagabundos forneceu-lhe material para Na Penúria em Paris e em Londres, que publicou em 1933 com o pseudónimo George Orwell.
Em 1936, o Left Book Club propôs-lhe escrever um livro sobre as condições dos operários no Norte do país. Partilhou a vida dos mineiros e confirmou as suas convicções socialistas. Escreveu numerosos artigos numa abordagem que considerava "semi-sociológica", casou com Eileen O'Shaughnessy e correspondeu-se com Henry Miller, que apreciava a sua obra e ironizava com o seu idealismo. Em 1937, decidiu combater em Espanha ao lado dos republicanos, mas, em vez de se juntar às Brigadas Internacionais, ingressou na milícia do POUM, um grupo marxista heterodoxo, lutando na frente de Aragão. Foi ferido, assistindo na convalescência à eliminação pelo Partido Comunista, apoiado pela URSS, das milícias anarquistas e do POUM. Descreveu essa experiência em Homenagem à Catalunha (1938), que lhe valeu inúmeras calúnias.
Em 1939, começou por se opor à participação da Grã-Bretanha na guerra, mas depressa se voltou contra os pacifistas, acusando-os de fazerem o jogo de Hitler. A partir de 1940, fez crítica teatral e de cinema, colaborou na Partisan Review e escreveu notáveis ensaios literários sobre Dickens, Tolstoi e Shakespeare. Em 1942-43, trabalhou para o serviço indiano da BBC, uma experiência que acabaria por o dececionar.
Em 1945, publicou Rebelião na Quinta, que, com Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, seria um libelo contra o totalitarismo estalinista que ameaçava a Europa. Em junho de 1944, o seu apartamento foi destruído nos bombardeamentos de Londres.
Em 1945, após a derrota de Hitler, foi correspondente do Observer em França e na Alemanha. Foi nesse período que a sua mulher faleceu durante uma operação. Em 1948, terminou Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, escrito ao longo de vinte e sete meses, marcados por internamentos em sanatórios por causa da tuberculose.
Em outubro de 1949, casou com Sonia Brownell. Morreu no ano seguinte. Tinha 46 anos.

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