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Sete Noites

de Jorge Luis Borges
Editor: Quetzal Editores, setembro de 2024 ‧
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Sete Noites reúne um conjunto de palestras proferidas por Jorge Luis Borges no teatro Coliseo de Buenos Aires, em 1977. Essas conferências foram gravadas e um jornal argentino publicou-as numa versão cheia de erros de transcrição, omissões e cortes arbitrários. Depois de, ao longo de dois anos, se ter recusado até mesmo a ouvir as gravações, Borges concordou em compilar as sete conferências neste volume, exigindo revê-las uma a uma.

Nelas, Borges aborda alguns dos grandes temas que o fascinaram ao longo da vida: o Oriente e o Ocidente, As Mil e Uma Noites, o sonho e o pesadelo, a realidade e a ficção, a poesia, a Divina Comédia, a cabala, o budismo ou a cegueira. Nestas páginas, que mostram a sua sólida e impressionante erudição, Borges evoca os espíritos e demónios da sua biblioteca mental.

«Estas palestras são jornadas literárias que não poderíamos fazer sozinhos. Borges é o nosso Virgílio; só ele sabe o caminho.»
Alastair Reid

«Eu poderia viver debaixo de uma mesa a ler Borges.»
Roberto Bolaño

Sete Noites

de Jorge Luis Borges

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897226915
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: setembro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 126 x 199 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789897226915
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Jorge Luis Borges

Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, em 1899. Cresceu no bairro de Palermo, «num jardim, por detrás de uma grade com lanças, e numa biblioteca de ilimitados livros ingleses».
Em 1914 viajou com a família pela Europa, acabando por se instalar em Bruxelas, e posteriormente em Maiorca, Sevilha e Madrid. Regressado a Buenos Aires, em 1921, Borges começou a participar ativamente na vida cultural argentina.
Em 1923, publicou o seu primeiro livro — Fervor de Buenos Aires — mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, seguido por inúmeros outros. A par da poesia, Borges escreveu ficção (é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve), crítica e ensaio, géneros que praticou com grande originalidade e lucidez.
A sua obra é como o labirinto de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes e os grandes temas universais: o tempo, «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho, as literaturas perdidas, a eternidade — e os autores que deixam a sua marca.
Foi professor de literatura e dirigiu a Biblioteca Nacional de Buenos Aires entre 1955 e 1973.
Morreu em Genebra, em junho de 1986.

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