Sagarana

de João Guimarães Rosa

editor: Dinalivro
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Sagarana

de João Guimarães Rosa

Editor: Dinalivro
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 210 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 380
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789725761762
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
e e e e e

Muito booom!

Carmo

João Guimarães Rosa marcou um ponto divisor no meu percurso de leitora. Pela escrita inventiva, pela humanidade e universalidade das histórias, pela simplicidade que usa na abordagem de temas que, embora se foquem nos ambientes rurais e sertanejos, são transversais à geografia e ao estatuto social. Este olhar abrangente de Guimarães Rosa mostra a grandiosidade do homem atrás do escritor ( se é que podemos distinguir um do outro), revela-nos um homem generoso, um autodidata nato, um eterno curioso, que nutria um carinho exemplar pela gente simples do campo, um grande respeito pelas suas tradições, pela sua maneira de estar e pensar. Ele, que era formado em medicina, que foi diplomata nas grandes capitais Europeias, mas que nunca quebrou o fio que o ligava à ruralidade. Viajava com boiadeiros, pernoitava no campo, compartilhava da sua modesta forma de vida, conheceu e registou minuciosamente a fauna e a flora que encontrou. Nas suas obras encontramos o reflexo de toda esta vivência e conhecimento, sem reparos, sem criticas, numa plena aceitação e respeito por uma realidade social muito diferente da sua .

João Guimarães Rosa

João Guimarães Rosa (1908-1967) nasceu em Cordisburgo, no interior de Minas Gerais. Numa entrevista de 1965, resume assim a sua biografia: «Sim, fui médico, rebelde, soldado. Foram etapas importantes de minha vida, e, a rigor, esta sucessão constitui um paradoxo. Como médico conheci o valor místico do sofrimento; como rebelde, o valor da consciência; como soldado, o valor da proximidade da morte...; e, para que isto não pareça demasiadamente simples, queria acrescentar que também configuram meu mundo a diplomacia, o trato com cavalos, vacas, religiões e idiomas.» Figura decisiva da literatura brasileira do século XX, publicou Sagarana (1946), Corpo de Baile (1956), Grande Sertão: Veredas (1956), Primeiras Estórias (1962) e Tutaméia (1967). Morreu subitamente aos 59 anos, três dias depois de tomar posse na Academia Brasileira de Letras, deixando vários inéditos e um singularíssimo arquivo literário, laboratório do seu trabalho radical sobre a língua literária.

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