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A Hora E Vez De Augusto Matraga eBook

de João Guimarães Rosa
idioma: português do brasil
Editor: Global Editora, junho de 2020 ‧
7,49€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Conto que encerra o livro Sagarana, A Hora e Vez de Augusto Matraga traz a história de um homem sertanejo acostumado a se impor pela força em seu cotidiano. Nhô Augusto é a perfeita síntese do mandonismo local que se fez presente em tantas cidades brasileiras durante o século XX.

Manejando de forma magistral o dilema universal entre o bem e o mal, João Guimarães Rosa construiu um enredo surpreendente, que leva os leitores a refletir acerca de seus instintos. A narrativa ocupa até hoje lugar de destaque na prosa moderna brasileira, graças aos cenários e às situações brilhantemente construídas por Guimarães Rosa, responsável por uma obra considerada por muitos como a mais impactante da literatura brasileira.

A Hora E Vez De Augusto Matraga

de João Guimarães Rosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9786556120027
Editor: Global Editora
Data de Lançamento: junho de 2020
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 64
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
EAN: 9786556120027
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

João Guimarães Rosa

João Guimarães Rosa (1908-1967) nasceu em Cordisburgo, no interior de Minas Gerais. Numa entrevista de 1965, resume assim a sua biografia: «Sim, fui médico, rebelde, soldado. Foram etapas importantes de minha vida, e, a rigor, esta sucessão constitui um paradoxo. Como médico conheci o valor místico do sofrimento; como rebelde, o valor da consciência; como soldado, o valor da proximidade da morte...; e, para que isto não pareça demasiadamente simples, queria acrescentar que também configuram meu mundo a diplomacia, o trato com cavalos, vacas, religiões e idiomas.» Figura decisiva da literatura brasileira do século XX, publicou Sagarana (1946), Corpo de Baile (1956), Grande Sertão: Veredas (1956), Primeiras Estórias (1962) e Tutaméia (1967). Morreu subitamente aos 59 anos, três dias depois de tomar posse na Academia Brasileira de Letras, deixando vários inéditos e um singularíssimo arquivo literário, laboratório do seu trabalho radical sobre a língua literária.

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