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Rimbaud Le Voyou

de Benjamin Fondane
idioma: francês
Editor: NON LIEU, novembro de 2010 ‧
15,90€
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Rimbaud le voyou fut du vivant de Benjamin Fondane et demeure après sa mort son livre le plus lu. Dans cet essai polémique, il dénonce les tentatives de récupération du poète des Illuminations tant par les surréalistes que par des écrivains catholiques. Pour lui, si Rimbaud atteint au mythe, c'est paradoxalement parce que son oeuvre paraît trancher de tout son éclat le noeud gordien qui lie la création artistique à la vie. Conjointement à sa lecture du philosophe Léon Chestov, Fondane clans son essai en sonde_ la portée éminemment existentielle. La thèse du " voyou " met en tension le " tempérament métaphysique " de Rimbaud, sa soif d'absolu, sa " gourmandise ", et la valeur programmatique de la " Lettre du Voyant ", qui revient selon Fondane à tricher en s'emparant " de l'Inconnu par un coup de force ".

Rimbaud Le Voyou

de Benjamin Fondane

Propriedade Descrição
ISBN: 9782352700906
Editor: NON LIEU
Data de Lançamento: novembro de 2010
Idioma: Francês
Dimensões: 132 x 209 x 17 mm
Páginas: 237
Tipo de produto: Livro
Coleção: A La Marge Non Lieu
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782352700906

SOBRE O AUTOR

Benjamin Fondane

Benjamin Fondane, filho de pai comerciante e mãe originária de uma família intelectual judaica, nasceu em Iasi, na região da Moldávia, em 1898. Começou a publicar poemas em revistas com apenas 14 anos, e, pouco mais tarde, traduções suas de poemas em iídiche. Escreveu ativamente na imprensa judaica e romena até 1923. Em dezembro desse ano, mudou-se para Paris, cidade fervilhante de cultura e escapatória (por pouco tempo) para as perseguições anti-semitas que ocorriam na Roménia.
Em 1938, naturaliza-se francês. Pouco depois, rebenta a Segunda Guerra Mundial, e, em 1940, é feito prisioneiro de guerra por parte dos alemães, mas acaba por ser libertado por questões de saúde.
Na França ocupada, recusa marcar-se com a cruz amarela. Entretanto, conhece Emil Cioran, no qual exerce uma influência decisiva para o desvio das suas juvenis simpatias para com o fascismo. Em 7 de março de 1944, no seguimento de uma denúncia, Fondane e Line são detidos e levados para o Campo de Drancy. Aciona-se uma pressão (por Emil Cioran e Stéphane Lupasco, de entre outros) para a sua libertação, a qual é aprovada, com o argumento de ser «esposo de uma ariana». Mas não se consegue nada em relação à irmã, e Fondane recusa-se a abandoná-la. São então ambos deportados para Auschwitz em 30 de maio. Line será a primeira a morrer. Fondane sobrevive-lhe alguns meses, durante os quais, nos momentos de liberdade, cimenta amizades em discussões sobre poesia e filosofia.

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