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Reflexões sobre as Causas da Liberdade e da Opressão Social

de Simone Weil; Tradução: Maria de Fátima Sedas Nunes

editor: Antígona, junho de 2017
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A civilização actual, que legará aos nossos des-cendentes pelo menos os seus fragmentos, contém em si, sentimo-lo demasiado bem, a capacidade de esmagar o homem; mas contém também, ao menos sob a forma de gérmen, a capacidade de o libertar.

Considerado pela autora como um dos seus textos mais importantes, Reflexões sobre as Causas da Liberdade e da Opressão Social (1934) parte de uma profunda análise da natureza da nossa liberdade individual para explicar como, nos sistemas políticos ou agrupamentos sociais em que vivemos, e nos moldes em que os concebemos, a liberdade é um paradoxo e a opressão uma fatalidade.

Weil vai da teoria às implicações práticas de tal concepção, revelando as múltiplas formas de opressão e dissecando os seus mecanismos, deitando por terra as esperanças numa resposta revolucionária - refém dos mesmos mecanismos, inerentes à condição humana.

Nesta feroz crítica do poder, das elites e da burocracia que germinam em qualquer regime - do capitalismo ao estalinismo -, vislumbra-se, porém, uma profética luz ao fundo do túnel. Weil escreveu estas Reflexões em 1934; mas, se acreditarmos na sua ideia de que o futuro é feito da mesma matéria que o presente, temos boas razões para nunca a deixar de ler.

Reflexões sobre as Causas da Liberdade e da Opressão Social

de Simone Weil; Tradução: Maria de Fátima Sedas Nunes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726083023
Editor: Antígona
Data de Lançamento: junho de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 134 x 211 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789726083023
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Existencialismo social

Gonçalo Gomes

Com a profundidade que é reconhecida ao pensamento da autora, esta obra leva-nos numa reflexão em torno dos mecanismos e instituições que organizam a nossa vida colectiva, com particular atenção ao alcence desses processos na esfera do indivíduo, e os limites a partir dos quais a organização se transforma em opressão, através de "forças" nem sempre óbvias...

Simone Weil

Simone Weil (1909-1943) viveu muito em pouco tempo. Nasceu em Paris, no seio de uma família judia agnóstica. Quando, com 22 anos, ensina filosofia no liceu de uma cidade mineira francesa, decide viver com os cinco francos por dia dos desempregados, entregando o seu ordenado à caixa dos mineiros. Em Paris, onde trabalha como operária anónima, é testemunha da servidão imposta pela técnica, da coisificação do homem e da aniquilação do pensamento na produção de mercadorias. Filósofa, mística, pacifista, anarquista, activista da resistência francesa, Weil foi uma das mentes mais brilhantes do século XX, «o único grande espírito do nosso tempo» (Camus) com «um coração capaz de bater por meio do universo inteiro» (Beauvoir). Morreu aos 34 anos, debilitada e mal alimentada, em solidariedade com os compatriotas submetidos ao racionamento.

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