Discurso sobre a Servidão Voluntária

(4ª Edição)

de La Boétie

editor: Antígona
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Quem era La Boétie e que pretendia ele? O que constitui a «eternidade» deste Discurso a sua intensidade de cometa cruzando os séculos é o facto de esta análise não ser «de tempo nenhum» sendo como é «de todos os tempos» — desde que existe o poder do Estado. Como Maquiavel a quem se opõe menos do que parece La Boétie atinge os segredos políticos dos séculos vindouros (Spinoza Locke Rousseau) fazendo-o porém com uma maior lucidez que o leva a recusar qualquer visão ideal das relações entre o Estado e o cidadão. Além disso o Discurso extravasa dos moldes duma leitura política tradicional. O repetido fascínio que exerce provém de igualmente lançar os fundamentos dum estudo das relações entre o domínio e a servidão nas relações íntimas interpessoais. O tirano não se reduz a uma categoria política é também uma categoria mental ou até «metafísica». Esta relação entre domínio e servidão não se trava somente na sociedade constituída trava-se também no âmago da consciência. Deste Discurso não extraímos uma simples lição política extraímos igualmente uma lição ética moral como um apelo a rejeitar das nossas próprias entranhas a figura ameaçadora e cruel e adorada do tirano. Séverine Auffret

Discurso sobre a Servidão Voluntária

(4ª Edição)

de Etienne De La Boetie

ISBN: 9789726080138
Editor: Antígona
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 209 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789726080138
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Podíamos deixar cair, que caíria...

Johnys

É um livro desafiante e muito interessante. Porquê que nos deixamos governar por quem nos deixamos? O que são eles a mais do que nós? Precisamos deles? Bastava não compactuarmos que tudo caíria, não precisávamos de orquestrar uma revolução, apenas precisávamos de não fazer nada. Intemporal enquano mantivermos este tipo de sistema hierárquico.

La Boétie

La Boétie é o fundador ignorado da antropologia do homem moderno, do homem das sociedades divididas. Antecipa, a mais de três séculos de distância, o cometimento de um Nietzsche (mais ainda que o de um Marx), que consiste em pensar a degradação e a alienação.

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