Recurso e Pobreza
Editor:
Tinta da China, fevereiro de 2025 ‧
ver detalhes do produto
14,31€
10% DESCONTO
IMEDIATO
UjFaSFYwRXphVmRFVTA1b1oxaHFReXRSYldrelFuQnVZWFpGVTJGbFVDOVJha2xhV2tSelltbEtZbXA2UVc1aU56UjJabTAwU0V0VlVYYzRNRWRxUW1NNWRXdFNURU41T0d0Q1dsUlplbmQxUVdwVVZqazNRazFHTm1oc1JXZDBZVVo2UTBSak1FaGFSWG96YkdSUFlYSjVia1ZTVmk5U1VXUnBiV3BUVDBsblRpOHdPVmwyZGtvNVVIUnBlVmRKYmpKS1pGSkNaa0ZzZHpGRE5FOWhWakJhUTFObk1VRlNiQ3RVTjB0dlIzcE5lRlJLUWtGUldXZDJkWE51TXpSV1drbHdRMXBJV0ZRMFQxb3hVVEZYUm5wTVpYbzRSa3R6TVdOWVNsSXdTalZtVUU0M04zZElTV2RUWjBGbWFIWkpkRGM1YVhsVWNTdFpVRk5ZUjBONlZsWk9XbGx1VWtKU2FGQnZOV0ZaZG0xR2FsVnVUbWN3WWtaeFdFSlVPVU5uUlcxNk5uZFFkV1UwVkVGdk5qbHVWVEU1UjJWTWRsSm5kblpoVjIxSFdtTXZUVkZHUkZOR01XdFJVVTVqYjNORVluVmtVbTExVWxwbVZVWkVkekZ0VkVSWmRsbFFlamxWWlVndmVHaFVkWE0wTlRCeFEzRTBjblJ6YlVKeGRqRnpNbmhEY0VnMU9VUjVZV3RwYTFGYVNVMXpNWHBySzBwcmJWWlZUR3B4UXpGM1JsaDZhVlJWT1dad1pucHZURnBTVmtkeVIzUjFSWEl3TVdSaFJYWndaQ3M0V1haa1JtaElZalI2YUdGQ2RHZHdTRlJNU21oRlJIZFVZMlZIVjIxc1IwMHhhMjVpUjBkWVUwTlRLME53WlZWSFkwRkxZMlJMVkhFd1FuVjVUR2RpVVRRM01tTkhWVWxuYUVSMFdFaHlTVzl5Y1c5blVHRkNVRVV6UkdwaFpFdGpOM3BzVmtreVNqbDNjV05YU1RGUVNtVmpia0YzTTBaQ2RVNWxaa2RYOnVNV0VoZjczZTlpWFliSUxvYmlVV2c9PQ==
EM STOCK
-
SINOPSE
Novo livro de Tatiana Faia na colecção de poesia dirigida por Pedro Mexia
Eros, o agridoce (Tatiana Faia traduziu o ensaio homónimo de Anne Carson) é filho de Poro, o Recurso, e de Pénia, a Pobreza. É um deus ambivalente, contraditório, de espécie complicada. E se estes poemas se assumem como eróticos, isso não significa que sejam lúbricos. O que os motiva e inquieta é o desejo e a incerteza de um «eu», a omnipresença de um «tu» e a presença obsessiva do passado individual e histórico. Por isso, a autora de Um Quarto em Atenas traz-nos tudo o que vem ao caso: um vaso grego, uma viagem, o exílio voluntário, alegorias factuais como a de Pompeia, uma animação do passado que, como em João Miguel Fernandes Jorge, se presentifica para exprimir júbilos e ironias, anseios e descontentamentos.
Alguns poemas são declarativos e esquivos, outros, intertextuais (de Safo a Kavafis); uns recorrem à biografia alheia (o casal Ginzburg), outros, ao mote ut pictura poesis (os cadernos de Leonardo). E há os remadores da Grécia antiga e os das regatas inglesas, a história romana entre lobos e lupanares, a desadequação entre o ímpeto e a realidade, ou essa «dor facilmente inflamável / contida no espartilho de uma forma» para nos levar «ao equilíbrio indizível / de um certo jogo mental».
— Pedro Mexia as mãos dos generais não se confundem com as mãos dos poetas porque os generais por norma voltam a casa com as mãos sujas de sangue e as dos poetas estão apenas sujas de tinta
Eros, o agridoce (Tatiana Faia traduziu o ensaio homónimo de Anne Carson) é filho de Poro, o Recurso, e de Pénia, a Pobreza. É um deus ambivalente, contraditório, de espécie complicada. E se estes poemas se assumem como eróticos, isso não significa que sejam lúbricos. O que os motiva e inquieta é o desejo e a incerteza de um «eu», a omnipresença de um «tu» e a presença obsessiva do passado individual e histórico. Por isso, a autora de Um Quarto em Atenas traz-nos tudo o que vem ao caso: um vaso grego, uma viagem, o exílio voluntário, alegorias factuais como a de Pompeia, uma animação do passado que, como em João Miguel Fernandes Jorge, se presentifica para exprimir júbilos e ironias, anseios e descontentamentos.
Alguns poemas são declarativos e esquivos, outros, intertextuais (de Safo a Kavafis); uns recorrem à biografia alheia (o casal Ginzburg), outros, ao mote ut pictura poesis (os cadernos de Leonardo). E há os remadores da Grécia antiga e os das regatas inglesas, a história romana entre lobos e lupanares, a desadequação entre o ímpeto e a realidade, ou essa «dor facilmente inflamável / contida no espartilho de uma forma» para nos levar «ao equilíbrio indizível / de um certo jogo mental».
— Pedro Mexia as mãos dos generais não se confundem com as mãos dos poetas porque os generais por norma voltam a casa com as mãos sujas de sangue e as dos poetas estão apenas sujas de tinta
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896719166 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 149 x 198 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 142 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789896719166 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Vida: Efeito-VTinta da China14,31€
15,90€ -
10%Esgar de Frio Aberto para o AmanhãIdioteque10,80€
12,00€