Vida: Efeito-V
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Tinta da China, maio de 2025 ‧
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SINOPSE
Carlito Azevedo, consagrado poeta brasileiro, publica a sua mais recente coletânea na coleção de poesia de Pedro Mexia. Depois de mais de sete anos de bloqueio, como os proverbiais sete anos de azar, saiu enfim em 2024 uma nova coletânea de Carlito Azevedo, figura destacada da atual poesia brasileira. Aconteceram coisas graves nesses anos, convulsões políticas, uma pandemia e a sua gestão catastrófica. E outras mais privadas, mais comuns, mas não menos trágicas, como a morte de familiares e amigos.
Mergulhado em sonhos, em sombras, em livros, em rememorações, o poeta procura abarcar tudo isso em diversos movimentos, moventes ou estáticos, fica em casa ou passeia «extramuros», em bairros, avenidas, botecos, cemitérios, com os seus próximos, a mulher amada e os irmãos vivos e mortos («toda irmã / mais velha / é um agente duplo / da infância»).
Nem a idade nem as desventuras o vencem, e até nos deparamos com um inesperado júbilo formal. Há poemas curtos, esguios, quase caligramas, estrofes que usam a página toda, odes e meditações, uma vitalidade que parece intempestiva, mas é, ao contrário, bem chegada no momento em que chegou, com os pés no sentimento do tempo e a cabeça numa intemporalidade que pode ser o «efeito V» (o «distanciamento» brechtiano) ou um sentimento vivaz da existência. — Pedro Mexia
Mergulhado em sonhos, em sombras, em livros, em rememorações, o poeta procura abarcar tudo isso em diversos movimentos, moventes ou estáticos, fica em casa ou passeia «extramuros», em bairros, avenidas, botecos, cemitérios, com os seus próximos, a mulher amada e os irmãos vivos e mortos («toda irmã / mais velha / é um agente duplo / da infância»).
Nem a idade nem as desventuras o vencem, e até nos deparamos com um inesperado júbilo formal. Há poemas curtos, esguios, quase caligramas, estrofes que usam a página toda, odes e meditações, uma vitalidade que parece intempestiva, mas é, ao contrário, bem chegada no momento em que chegou, com os pés no sentimento do tempo e a cabeça numa intemporalidade que pode ser o «efeito V» (o «distanciamento» brechtiano) ou um sentimento vivaz da existência. — Pedro Mexia
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896719401 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | maio de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 200 x 8 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 128 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789896719401 |
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