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Rã No Pântano

de António de Almeida Santos
Editor: A Bela e o Monstro, maio de 2015 ‧
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Escrito em 1959, Rã no Pântano, de António de Almeida Santos, na altura advogado a exercer em Lourenço Marques (actual Maputo), foi proibido pelo regime de Salazar sem grande surpresa para o autor.

Requisitado para censura, no relatório justifica-se que "são nove contos, sete dos quais contêm assuntos de índole imoral e anti-social, motivo por que entendo que o presente livro não possa circular no País".

"O meu livro foi apreendido, se bem ajuízo, por razões de intolerância política e de intolerância religiosa.

Não sei qual das intolerâncias pesou mais.

Talvez a soma de ambas.

Quem hoje o ler não encontrará razões para ele ter merecido tamanha honra", disse o político em 2004.

Rã No Pântano

de António de Almeida Santos

Propriedade Descrição
ISBN: 5600818930541
Editor: A Bela e o Monstro
Data de Lançamento: maio de 2015
Dimensões: 147 x 195 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 133
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 5600818930541

SOBRE O AUTOR

António de Almeida Santos

Nasceu em 1926. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra em 1950. Em 1953 fixou-se em Moçambique onde exerceu a advocacia até 1974, ano em que regressou a Portugal a convite do Presidente da República António de Spínola. Após o 25 de Abril, foi ministro da Coordenação Interterritorial dos I, II, II e IV Governos Provisórios com o estatuto de independente. No IV Governo Provisório ocupou também o lugar de ministro da Comunicação Social. No I Governo Constitucional tinha a seu cargo a pasta da Justiça, aderindo então ao Partido Socialista. Foi ministro adjunto do primeiro-ministro no II Governo Constitucional. Desempenhou um papel determinante na primeira Revisão Constitucional em 1982. Foi ministro de Estado e dos Assuntos Parlamentares na Governo PS|PSD. Nas Eleições Legislativas de 1985 encabeça a lista do PS como candidatos a primeiro-ministro. Volta a ter, de novo, um papel preponderante na Revisão Constitucional de 1988|1989. A partir de 1990, volta a destacar-se na direcção do PS, integrando o Secretariado Nacional. Em Outubro de 1995 é nomeado para o cargo de presidente da Assembleia da República.
Falecimento: 18 de janeiro de 2016.

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