Quem não Adivinha Burro é!

de Manuela Espirito Santo; Ilustração: Bruno Pereira
Editor: Âncora Editora, abril de 2002 ‧
Quem não adivinha burro é! surge como um fôlego de meninice para todos os que sentem necessidade de recuperar formas de diversão intemporais e que apelam ao convívio com família e amigos. Além do claro valor social que este livro integra é também um excelente instrumento de ginástica mental. Aguçado pela curiosidade, o divertimento torna este conjunto de adivinhas, que atraem, tanto os mais novos, factor para o qual contribuem as excelentes ilustrações de Bruno Pereira, como os mais velhos, recuperando adivinhas tradicionais do interior rural português, num livro para ser descoberto e redescoberto por diferentes gerações. Um verdadeiro repositório da cultura oral portuguesa. E este livro, com todas estas adivinhas, que, ao todo, somam metade e outro tantas, é um dos melhores exercícios para os pequenos e grandes leitores se tornarem adivinhões! Este é um livro para a miudagem, para os pais da miudagem e para os professores da miudagem!

Quem não Adivinha Burro é!

de Manuela Espirito Santo; Ilustração: Bruno Pereira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727801077
Editor: Âncora Editora
Data de Lançamento: abril de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 171 x 236 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 156
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 9-11 anos > Literatura
EAN: 9789727801077
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Manuela Espirito Santo

Manuela Espírito Santo, nasceu em Rossas, Vieira do Minho.
Técnica Superior da Câmara Municipal de Matosinhos, exerce o cargo de Directora do Gabinete de Acolhimento ao Munícipe e Comunicação.
Tem o Curso Superior de Teatro, pela Escola Superior Artística do Porto; DESE em Animação Comunitária e Educação de Adultos, pela Escola Superior de Educação do Porto; Pós-graduação em Ciências da Comunicação, especialização em Educação e Cidadania, pela Universidade do Minho.
Foi a primeira mulher a assumir a direcção, no cargo de Vice-Presidente, do INATEL, instituição criada em 1935. Foi delegada deste organismo no Distrito do Porto.
Colaborou na imprensa com textos de divulgação da História e da Memória do Teatro.

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