Quando Fores Mãe Vais Ver

de Ana Saragoça; Ilustração: Marta Carreté
Editor: Planeta, abril de 2013 ‧
Criar filhos exige doses gigantescas de paciência, estoicismo, resistência e imaginação. Ao cabo de milénios desempenhando primordialmente esse papel, as mulheres de todo o mundo acabaram por desenvolver um léxico quase comum, um glossário de frases feitas que todas ouviram às mães, e todas juraram que nunca repetiriam aos filhos - com os resultados que se conhecem.

O vocabulário das mães é verdadeiramente um colar, mas não de pérolas. É mais daqueles a que se vão acrescentando penduricalhos ao longo da vida, sem nunca retirar nenhum. O folclore materno tem frases certeiras em todas as áreas e para todas as fases de crescimento dos filhos: infância, adolescência e idade adulta - embora, para as mães, o conceito de idade adulta nos filhos seja altamente discutível. E, claro, com a chegada dos netos, nunca perdem uma oportunidade de nos inundar de novo com a sua imensa sabedoria...»

Quando Fores Mãe Vais Ver

de Ana Saragoça; Ilustração: Marta Carreté

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896573911
Editor: Planeta
Data de Lançamento: abril de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 233 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789896573911

E não é que é verdade?

Rita Oliveira

Um livro muito divertido que relata a maternidade de crianças e adolescentes de há 30-40 anos, que acaba por se reproduzir nos dias de hoje. Nunca podemos dizer «Desta água não beberei».

Eu já digo isto tudo!

Celia Coelho

Adorei e adorei ler ao meu filho de 11 anos que só agora percebeu que estes termos já são do tempo da sua " vozinha", ainda viva e que também os repete. Bom livro para um dia de praia.

Divertido

Sara

Um livro muito divertido para filhas, mães, futuras mães e avós. Sem dúvida um bom motivo de conversa entre gerações.

SOBRE O AUTOR

Ana Saragoça

Ana Saragoça, filha dos anos sessenta, de um pai terno e de uma mãe extremosa que não deixa os créditos por mãos alheias, cresceu, tal como a irmã, limpinha e asseada, bem-educada, bem alimentada e agasalhada e (sempre!) bem comportada, apesar de um forte pendor para a irreverência que se lhe adivinha desde as primeiras linhas deste livro e se aposta que existe naquela cabeça desde os primeiros anos de vida. Terá, pois, dado à mãe fortes razões para coleccionar «pérolas» suficientes para um colar com várias voltas e, agora, passa a herança à filha pré-adolescente e ao filho, já adolescente, com quem vive, em Lisboa. Embora por vezes tenha melhores resultados (como todas as mães sabem) a falar para as paredes, ou para os gatos que completam o agregado familiar...
Para além do currículo materno-filial, é actriz, tradutora e escritora, tendo publicado, em 2012, um dos mais interessantes romances do ano literário: Todos os Dias São Meus. É também dramaturga, com duas peças levadas à cena recentemente, e colaboradora de várias revistas, e nomeadamente de uma que se chama Papel mas só existe on-line (o que pensará disto a mãe dela?).

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