Primeiras Vontades
Da liberdade política para tempos árduos
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Documenta, setembro de 2012 ‧
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SINOPSE
«Vivemos tempos árduos. Desde que a crise se instalou no opulento Ocidente, um esquema societário da subtracção hegemoniza-se sob o fundamento duplo de que, na ordem dos factos, o mundo não basta para todos e de que, na ordem dos valores, não devemos dar por garantido nenhum direito adquirido quanto à existência digna no mundo. O próprio exercício da escolha, que os ciclos democráticos pressuporiam, é posto sob a suspeita da leviandade. A democracia ganha aversão aos democratas. No fundo da questão, o que se instala no regime societário da subtracção é a adversidade à própria vontade de escolher. Os ensaios deste livro procuram defender um caminho diferente, de escolhas humanas que dêem um futuro à História, através do pensamento sobre a liberdade política de Jean-Jacques Rousseau, Isaiah Berlin, Hannah Arendt, Jacques Rancière, Jean-Paul Sartre e Slavoj Žižek. E também escolhas por uma continuação da ideia de tolerância, pelo prosseguimento de uma narrativa moderna, por apressada que tenha sido, para Portugal, e pela defesa de um conceito de espaço público, todas elas escolhas que são continuidades de uma modernidade a retomar. Em tempos em que se atropelam declarações de últimas vontades, há que escolher como se os tempos fossem imaginativos e nos movessem vontades de tempos novos. Estas são as primeiras vontades para uma vida humana digna.» A.B.
André Barata (n. 1972) fez toda a sua formação em Lisboa, onde se doutorou em Filosofia Contemporânea. É professor universitário (na Universidade da Beira Interior) e investigador do Instituto de Filosofia Prática. Os seus interesses académicos circulam pela teoria política, o pensamento existencial e a psicologia. Tem publicado livros de ensaio, como Metáforas da Consciência (Campo das Letras, 2000), sobre o pensamento de Jean-Paul Sartre, ou Mente e Consciência (Phainomenon, 2009), conjunto de ensaios sobre filosofia da mente e fenomenologia. Publicou Círculos — Experiências Descritivas (Caminho, 2007), um livro de fragmentos filosóficos, em parceria com Rita Taborda Duarte. Editou Representações da Portugalidade (Caminho, 2011), obra colectiva que inquire criticamente os discursos identitários sobre o país.
André Barata (n. 1972) fez toda a sua formação em Lisboa, onde se doutorou em Filosofia Contemporânea. É professor universitário (na Universidade da Beira Interior) e investigador do Instituto de Filosofia Prática. Os seus interesses académicos circulam pela teoria política, o pensamento existencial e a psicologia. Tem publicado livros de ensaio, como Metáforas da Consciência (Campo das Letras, 2000), sobre o pensamento de Jean-Paul Sartre, ou Mente e Consciência (Phainomenon, 2009), conjunto de ensaios sobre filosofia da mente e fenomenologia. Publicou Círculos — Experiências Descritivas (Caminho, 2007), um livro de fragmentos filosóficos, em parceria com Rita Taborda Duarte. Editou Representações da Portugalidade (Caminho, 2011), obra colectiva que inquire criticamente os discursos identitários sobre o país.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898618061 |
| Editor: | Documenta |
| Data de Lançamento: | setembro de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 156 x 220 x 15 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 208 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Filosofia
|
| EAN: | 9789898618061 |
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