Primeiras Estórias

de João Guimarães Rosa
Editor: Tinta da China, novembro de 2022 ‧
16,90€
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Segundo volume da colecção «Os Melhores Deles Todos», coordenada por Abel Barros Baptista e Clara Rowland, dedicada à literatura brasileira.
Depois do gigantismo de Grande Sertão: Veredas, Guimarães Rosa estreou-se na forma breve com este livro extraordinário, que tem agora, sessenta anos depois, a sua primeira edição portuguesa. Numa carta ao tradutor francês, descrevia-o assim: «Primeiras Estórias é, ou pretende ser, um manual de metafísica e uma série de poemas modernos. Quase cada palavra, nele, assume a pluralidade de direções e sentidos, tem uma dinâmica espiritual, filosófica, disfarçada.»

É um livro de descobertas, protagonizadas por personagens infantis ou de algum modo ligadas a uma ideia de infância: descoberta do mundo, do tempo, do amor e, sobretudo, das potencialidades de uma língua fundada sobre o estranhamento e a liberdade do jogo criador — uma língua que Primeiras Estórias, interrogação radical e originalíssima do poder da literatura, nos ensina a aprender.

Primeiras Estórias

de João Guimarães Rosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896717186
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: novembro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 188 x 130 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789896717186

SOBRE O AUTOR

João Guimarães Rosa

João Guimarães Rosa (1908-1967) nasceu em Cordisburgo, no interior de Minas Gerais. Numa entrevista de 1965, resume assim a sua biografia: «Sim, fui médico, rebelde, soldado. Foram etapas importantes de minha vida, e, a rigor, esta sucessão constitui um paradoxo. Como médico conheci o valor místico do sofrimento; como rebelde, o valor da consciência; como soldado, o valor da proximidade da morte...; e, para que isto não pareça demasiadamente simples, queria acrescentar que também configuram meu mundo a diplomacia, o trato com cavalos, vacas, religiões e idiomas.» Figura decisiva da literatura brasileira do século XX, publicou Sagarana (1946), Corpo de Baile (1956), Grande Sertão: Veredas (1956), Primeiras Estórias (1962) e Tutaméia (1967). Morreu subitamente aos 59 anos, três dias depois de tomar posse na Academia Brasileira de Letras, deixando vários inéditos e um singularíssimo arquivo literário, laboratório do seu trabalho radical sobre a língua literária.

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