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Porque É Que a Vida Acelera À Medida Que Se Envelhece

Sobre a memória autobiográfica

de Douwe Draaisma
Editor: Relógio D'Água, julho de 2009 ‧
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Será verdade, como escreveu o romancista Cees Nooteboom, que «a memória é como um cão que se deita onde quer»? Para onde foram os longos verões preguiçosos da nossa infância? Porque é que, à medida que envelhecemos, o tempo parece condensar-se, acelerar, iludir-nos, enquanto os eventos significativos do nosso passado parecem tão reais e nítidos como os de ontem?

Neste livro, Douwe Draaisma, autor de Metáforas da Memória, explora a natureza da memória autobiográfica. Recorrendo a uma sensibilidade que é tanto académica como poética, e a uma observação atenta, aborda fenómenos extraordinários, como o déjà-vu, experiências de quase-morte, as proezas dos que sofrem de síndrome de Savant e os efeitos do trauma extremo sobre a memória.

«Tal como Oliver Sacks, Draaisma tem a habilidade de comunicar, de divertir com os prodígios da mente nesta exploração da memória autobiográfica. É um prazer ler capítulos sobre o déjà-vu, o síndrome de Savant, traumas e primeiras e últimas recordações, que oferecem uma perspectiva nova e convincente de como e porque é que nos lembramos.»
Sue Baker, Publishing News

Porque É Que a Vida Acelera À Medida Que Se Envelhece

Sobre a memória autobiográfica

de Douwe Draaisma

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896410681
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: julho de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 235 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 166
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Psicologia
EAN: 9789896410681

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