Poesia

de Cristovam Pavia
Editor: Dom Quixote, setembro de 2010 ‧
Cristovam Pavia, é considerado um dos poetas mais talentosos da primeira metade do século XX. Em vida editou apenas um livro : 35 poemas. Em 1982, já muito depois da sua morte (1968) foi publicado um livro com os 35 poemas, os «poemas esparsos» e «poemas inéditos». É esse o livro que hoje aqui se reedita, mas com uma ordem que os estudiosos do autor consideram mais correcta e incluindo 8 textos inéditos.

Poesia

de Cristovam Pavia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722041362
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: setembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 168 x 215 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Coleção: Autores de Língua Portuguesa
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789722041362

Ao poeta quase desconhecido

Luís Alvarães

Cristovam Pavia é um grande poeta do século XX português. Quase desconhecido, e tendo morrido jovem, nunca será tarde para o trazer ao nosso convívio e memória

"E acordará («em frente!») às primeiras palavras"

Gabriel Carvalho

"Que cada palavra trema dizendo/ O que não pode ser dito." Uma poesia marcante, de um poeta precoce, que deixa a vida precocemente, e que importa descobrir e trazer para a luz mais viva, pela verbe merecedora da maior atenção, significativa apesar do curto número de poemas.

SOBRE O AUTOR

Cristovam Pavia

Cristovam Pavia é o pseudónimo de Francisco António Lahmeyer Flores Bugalho, que nasceu em Lisboa em 1932.
Frequenta o curso de Direito, que não conclui, e vem a licenciar-se em Filologia Germânica. A sua precoce maturidade poética antes de atingir os 20 anos fará com que logo no início dos anos 50 veja os seus poemas publicados pelas duas revistas mais importantes desse período, a Távola Redonda e a Árvore.
Na segunda metade dos anos 50, com Pedro Tamen, Nuno de Bragança, Alberto Vaz da Silva, João Benard da Costa e António Alçada Baptista faz parte do núcleo central da revista O Tempo e o Modo.
Em 1959 publica 35 poemas, o seu único livro publicado em vida e que o confirma como uma das vozes mais originais da poesia.
Com o agravamento da sua condição psíquica, procura ajuda num programa de psicoterapia na Alemanha, em Heidelberg, que seguiu até 1962. Em 1968 suicidou-se, em Lisboa.

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