Poemes

de Paul Verlaine
idioma: francês
Editor: FLAMMARION, fevereiro de 2011 ‧
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Cette édition des poèmes de Verlaine contiendra : - des extraits des Poèmes saturniens ; - l'intégralité des Fêtes galantes ; - l'intégralité de Romances sans paroles. La réunion de ces trois recueils permettra, conformément aux Nouveaux programmes de Secondes (en vigueur à la rentrée 2011), d'« envisager les différences entre romantisme et symbolisme » et « l'évolution des formes poétiques au XIXe siècle », à partir du cheminement poétique de Verlaine.

Poemes

de Paul Verlaine

Propriedade Descrição
ISBN: 9782081219724
Editor: FLAMMARION
Data de Lançamento: fevereiro de 2011
Idioma: Francês
Dimensões: 210 x 295 x 15 mm
Páginas: 221
Tipo de produto: Livro
Coleção: Charivari
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Poesia
Livros em Francês > Literatura > Outras Formas Literárias
Livros em Francês > Literatura > Leituras orientadas
EAN: 9782081219724

SOBRE O AUTOR

Paul Verlaine

Paul-Marie Verlaine nasce na Lorena a 30 de março de 1844, filho de um militar. Em 1851 a sua família muda-se para Paris, onde Verlaine estudará até obter o bacharelato. No ano de 1862, inscreve-se na Faculdade de Direito, altura em que começa a frequentar os cafés e a beber regularmente. Em 1864 decide abandonar os estudos definitivamente, já depois da publicação do seu primeiro poema (1863), e torna-se funcionário da Câmara Municipal de Paris. O poeta troca correspondência e contacta com vários escritores e artistas da época, como por exemplo Victor Hugo, Charles Cros e Villiers.
Em 1870, casa com Mathilde Mauté de Fleurville, casamento que será perturbado quando, no ano seguinte, Verlaine conhece Rimbaud, com quem mantém estreita amizade com uma dimensão homossexual. Esta relação levará Mathilde a pedir a separação judicial em 1872, ano em que Verlaine embarca com Rimbaud para Londres. Este relacionamento acabará em 1875.
Entre 1875 e 1879 o poeta é alternadamente professor em Inglaterra e França, país para onde regressará definitivamente. Segue-se um período de escrita intensa, atribulado por dificuldades económicas e de saúde, numa sucessão de internamentos em vários hospitais. Morre a 8 de janeiro de 1896 de uma congestão pulmonar.
Fernando Pinto do Amaral, no prefácio a «Poemas Saturnianos e Outros», afirma: «Ao lermos hoje os poemas de Verlaine, resta sobretudo a beleza da sua música soberana e misteriosamente evocadora das vertigens por vezes discretas — mas nem por isso menos cativantes — de um espírito vibrátil e sensível aos mais ínfimos acordes do ser — acordes harmoniosamente dissonantes, como os de qualquer poesia que não hesite em interrogar o doloroso enigma que se abriga nos mil fragmentos do real e lhes dá, a cada um deles, uma alma própria e insubstituível.»

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