10% de desconto

Poèmes Érotiques

de Paul Verlaine
idioma: francês
Editor: J'AI LU, fevereiro de 2006 ‧
2,20€
10% DESCONTO CARTÃO
«Chute de reins, chute du rêve enfantin d'être sage, Fesses, trône adoré de l'impudeur, Fesses, dont la blancheur divinise encor la rondeur, Triomphe de la chair mieux que celui par le visage !» Du corps humain auquel il rend hommage, Verlaine fait jaillir une céleste musique. Corps de femmes, corps de garçons tant rêvés, tant aimés, dont chaque versant, chaque pli indique un chemin à explorer, un paysage à parcourir... Ici, le désir coule entre les lignes. Il a tantôt la grâce d'une rivière paresseuse, tantôt la rage d'un torrent tumultueux. Il se fait ange ou démon, serein ou tourmenté, enfer brûlant ou paradis perdu...

Poèmes Érotiques

de Paul Verlaine

Propriedade Descrição
ISBN: 9782290350157
Editor: J'AI LU
Data de Lançamento: fevereiro de 2006
Idioma: Francês
Dimensões: 128 x 204 x 6 mm
Páginas: 76
Tipo de produto: Livro
Coleção: Librio ; Poesie
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Poesia
EAN: 9782290350157

SOBRE O AUTOR

Paul Verlaine

Paul-Marie Verlaine nasce na Lorena a 30 de março de 1844, filho de um militar. Em 1851 a sua família muda-se para Paris, onde Verlaine estudará até obter o bacharelato. No ano de 1862, inscreve-se na Faculdade de Direito, altura em que começa a frequentar os cafés e a beber regularmente. Em 1864 decide abandonar os estudos definitivamente, já depois da publicação do seu primeiro poema (1863), e torna-se funcionário da Câmara Municipal de Paris. O poeta troca correspondência e contacta com vários escritores e artistas da época, como por exemplo Victor Hugo, Charles Cros e Villiers.
Em 1870, casa com Mathilde Mauté de Fleurville, casamento que será perturbado quando, no ano seguinte, Verlaine conhece Rimbaud, com quem mantém estreita amizade com uma dimensão homossexual. Esta relação levará Mathilde a pedir a separação judicial em 1872, ano em que Verlaine embarca com Rimbaud para Londres. Este relacionamento acabará em 1875.
Entre 1875 e 1879 o poeta é alternadamente professor em Inglaterra e França, país para onde regressará definitivamente. Segue-se um período de escrita intensa, atribulado por dificuldades económicas e de saúde, numa sucessão de internamentos em vários hospitais. Morre a 8 de janeiro de 1896 de uma congestão pulmonar.
Fernando Pinto do Amaral, no prefácio a «Poemas Saturnianos e Outros», afirma: «Ao lermos hoje os poemas de Verlaine, resta sobretudo a beleza da sua música soberana e misteriosamente evocadora das vertigens por vezes discretas — mas nem por isso menos cativantes — de um espírito vibrátil e sensível aos mais ínfimos acordes do ser — acordes harmoniosamente dissonantes, como os de qualquer poesia que não hesite em interrogar o doloroso enigma que se abriga nos mil fragmentos do real e lhes dá, a cada um deles, uma alma própria e insubstituível.»

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR