Poemas Escolhidos

de Pedro Mexia
Editor: Tinta da China, novembro de 2018 ‧
15,90€
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NOVA COLECTÂNEA POÉTICA DE PEDRO MEXIA: Poemas Escolhidos é uma selecção pessoalíssima do autor, a partir dos seus sete livros de poesia publicados ao longo de 20 anos

AS GAVETAS Não deves abrir as gavetas fechadas: por alguma razão as trancaram, e teres descoberto agora a chave é um acaso que podes ignorar. Dentro das gavetas sabes o que encontras: mentiras. Muitas mentiras de papel, fotografias, objectos. Dentro das gavetas está a imperfeição do mundo, a inalterável imperfeição, a mágoa com que repetidamente te desiludes. As gavetas foram sendo preenchidas por gente tão fraca como tu e foram fechadas por alguém mais sábio que tu. Há um mês ou um século, não importa.

Poemas Escolhidos

de Pedro Mexia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896714666
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: novembro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 184 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 312
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896714666

Poesia confessional de todos nós

Maria Jorge Vilela

É poesia intimista e confessional. O medo, a angústia, a passagem do tempo e a finitude são, no entanto, temas da condição humana e Pedro Mexia aborda-os tão bem . É um livro indispensável para quem gosta de poesia.

SOBRE O AUTOR

Pedro Mexia

Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972, crítico e cronista em vários jornais, nomeadamente Diário de Notícias (1998-2007), Público (2007-2011) e Expresso (desde 2011), subdiretor e diretor interino da Cinemateca Portuguesa (2008-2010) e vogal do conselho diretivo da Fundação Centro Cultural de Belém (2016-2023). Escreveu regularmente na revista LER. Participou em diversos projetos das Produções Fictícias, como, por exemplo, É a Cultura, Estúpido (Teatro São Luiz); O Eixo do Mal (SIC Notícias); O Inimigo Público (suplemento do Público); Os Culturistas e O Que Fica do Que Passa (Canal Q). Manteve rubricas de cinema na Rádio Renascença (meados dos anos 1990) e na Antena 3 (2015-2016). Foi coautor, com Inês Meneses, de PBX (2015-2023), um programa da Radar e um podcast do Expresso. Publicou oito coletâneas de poesia entre 1999 e 2021. Editou oito volumes de crónicas e o penúltimo, Lá Fora, venceu o Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários da Associação Portuguesa de Escritores – APE em 2018, editou cinco volumes de diários e a peça Suécia (2023), a convite do Teatro Nacional São João. A 10 de março de 2025, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.

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