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Poemas Escogidos

de Ramón López Velarde
idioma: espanhol
Editor: Editorial Renacimiento, outubro de 2024 ‧
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La más emblemática e influyente de las muchas antologías que existen de Ramón López Velarde (1888-1921) es la que seleccionó y prologó cuidadosamente el también poeta mexicano Xavier Villaurrutia (1903-1950). Este calificó a López Velarde como el «Adán» de la poesía mexicana moderna, y a su obra como «la más intensa, la más atrevida tentativa de revelar el alma oculta de un hombre; de poner a flote las más sumergidas e inasibles angustias; de expresar los más vivos tormentos y las recónditas zozobras del espíritu ante los llamados del erotismo, de la religiosidad y de la muerte». La presente edición se basa en las tres versiones que Villaurrutia hizo de esa antología a lo largo de su vida, como instrumento no solo para adentrarse en los secretos de la poesía lopezvelardeana sino, como él mismo reconoció, para examinar y descubrir su propio yo. Pero esta edición incorpora una novedad: un apéndice con prosas de El minutero, el «otro» libro de López Velarde, cuya complejidad y hondura Villaurrutia fue también el primero en reivindicar y que planeaba editar poco antes de morir.

Poemas Escogidos

de Ramón López Velarde

Propriedade Descrição
ISBN: 9788410148987
Editor: Editorial Renacimiento
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Espanhol
Dimensões: 120 x 170 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788410148987

SOBRE O AUTOR

Ramón López Velarde

Ramón López Velarde (1888-1921), apesar da sua vida breve, foi um poeta que marcou decisivamente a fundação literária do México com uma poesia em que exprime as suas vivências locais, refletindo o modo de vida do mundo rural e do mundo urbano a partir da sua própria experiência. Nasceu em Jerez de García Salinas, Zacatecas, filho de um advogado de Jalisco e de uma herdeira de uma família de proprietários. Frequentou durante dois anos o seminário, primeiro em Zacatecas, depois em Aguascalientes, mas abandonou essa vocação para seguir a carreira de advogado.
Colaborou em revistas, como Bohemia, passando de uma estética mais conservadora para uma escrita influenciada pelo modernista Amado Nervo. Durante a revolução mexicana apoiou as reformas de Francisco Madero mas a sua ligação ao Catolicismo impediu que fosse aceite numa carreira política. Em 1920 a chegada ao poder de Álvaro Obregón como Presidente, e a nomeação de José Vasconcelos como ministro da Educação, deram-lhe oportunidade de ganhar projeção, que só obteve postumamente com o poema «A Suave Pátria» que Obregón sabia de cor. Publicou em vida O Sangue Devoto (1916) e Sossobro (1919), com muitos poemas influenciados pelo amor de juventude, Josefa de los Ríos, e de maturidade, Margarita Quijano, nenhum deles correspondido. É o criador de uma poesia nacional e um dos poetas de referência do México.

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