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A Estrofe que Dança

Antologia poética

de Ramón López Velarde
Editor: Sibila Publicações, novembro de 2021 ‧
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Milhões de mexicanos conhecem Ramón López Velarde como o autor de Suave Pátria, o poema nacional do México, uma obra-prima modernista. Mas poucos, dentro ou fora do México, sabem da alta consideração que mereceu a grandes figuras literárias da América Latina.

Em 1963, Pablo Neruda publicou a sua própria selecção de poemas de López Velarde. Este nobelizado chileno chegou a arrendar parte de uma antiga residência do poeta mexicano, deixando testemunho dessa experiência: «Comecei a viver na atmosfera de López Velarde, cuja poesia começou a entrar em mim… Não há poesia mais destilada do que a dele… Ele conferiu à poesia das Américas um sabor e um perfume que permanecerá para sempre… Poucos poetas nos disseram tanto sobre a sua terra, e de um modo tão eterno, com tão poucas palavras… As suas breves páginas alcançam, de um modo subtil, a eternidade da poesia.»

Esta primeira antologia publicada em Portugal da obra do grande poeta mexicano é organizada e traduzida pelo poeta Nuno Júdice, cuja obra tem sido traduzida, publicada e premiada no México.

A Estrofe que Dança

Antologia poética

de Ramón López Velarde

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895491568
Editor: Sibila Publicações
Data de Lançamento: novembro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 161 x 238 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Coleção: Poesis
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789895491568

SOBRE O AUTOR

Ramón López Velarde

Ramón López Velarde (1888-1921), apesar da sua vida breve, foi um poeta que marcou decisivamente a fundação literária do México com uma poesia em que exprime as suas vivências locais, refletindo o modo de vida do mundo rural e do mundo urbano a partir da sua própria experiência. Nasceu em Jerez de García Salinas, Zacatecas, filho de um advogado de Jalisco e de uma herdeira de uma família de proprietários. Frequentou durante dois anos o seminário, primeiro em Zacatecas, depois em Aguascalientes, mas abandonou essa vocação para seguir a carreira de advogado.
Colaborou em revistas, como Bohemia, passando de uma estética mais conservadora para uma escrita influenciada pelo modernista Amado Nervo. Durante a revolução mexicana apoiou as reformas de Francisco Madero mas a sua ligação ao Catolicismo impediu que fosse aceite numa carreira política. Em 1920 a chegada ao poder de Álvaro Obregón como Presidente, e a nomeação de José Vasconcelos como ministro da Educação, deram-lhe oportunidade de ganhar projeção, que só obteve postumamente com o poema «A Suave Pátria» que Obregón sabia de cor. Publicou em vida O Sangue Devoto (1916) e Sossobro (1919), com muitos poemas influenciados pelo amor de juventude, Josefa de los Ríos, e de maturidade, Margarita Quijano, nenhum deles correspondido. É o criador de uma poesia nacional e um dos poetas de referência do México.

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