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Photomaton & Vox

de Herberto Helder
Editor: Porto Editora, abril de 2015 ‧
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Editado pela primeira vez em 1979 e esgotado quase de seguida, encontramos neste livro textos biográficos, como o título deixa antever, poeticamente transfigurados por uma das mais seguras e fulgurantes vozes da poesia portuguesa de todos os tempos.

O passado, a memória, a experiência constituem esse fundo de irrealidade que, semelhante a um feixe luminoso, aclara este momento de agora, revela como ele é cheio de surpresa, como já se destina à memória e é já essa incontrolável gramática sonhadora.

Photomaton & Vox

de Herberto Helder

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04751-9
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: abril de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 207 x 22 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972004751911
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

A fonte da língua

Helder Raimundo

São quase duzentas páginas de puro deleite linguístico. Uma prosa que entra pelo corpo e chega ao cérebro como poesia depurada de sangue e de nervos, de ossos e de vaidades. «Photomaton & Vox» – editada em 1970 pela Ulisseia – voltou a encher-me a alma às noites e nos dias, na cama e na praia, onde terminei a última sílaba pela segunda vez.

Absolutamente fantástico

Joana Leitão

Uma escrita fabulosa, repleta de humor subversivo e críticas subliminares. Textos ensaísticos ou em prosa poética como só este "senhor", este Poeta nos sabe oferecer. Um livro imperdível que lemos e relemos, enchendo-nos de cultura e poesia.

SOBRE O AUTOR

Herberto Helder

Herberto Helder nasceu em 1930 no Funchal, onde concluiu o 5.º ano. Em 1948 matriculou-se em Direito mas cedo abandonou esse curso para se inscrever em Filologia Românica, que frequentou durante três anos. Teve inúmeros trabalhos e colaborou em vários periódicos como A Briosa, Re-nhau-nhau, Búzio, Folhas de Poesia, Graal, Cadernos do Meio-dia, Pirâmide, Távola Redonda, Jornal de Letras e Artes. Em 1969 trabalhou como diretor literário da editorial Estampa. Viajou pela Bélgica, Holanda, Dinamarca e em 1971 partiu para África onde fez uma série de reportagens para a revista Notícias. Em 1994 foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa, que recusou. Faleceu em Cascais a 23 de março de 2015, tinha 84 anos.

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