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Peregrinação (2 Volumes)

de Fernão Mendes Pinto
Editor: Relógio D'Água, dezembro de 2001 ‧
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«Livro estruturalmente compósito, a Peregrinação entremeia, com maior ou menor coerência — e disso Mendes Pinto é bem consciente —, a narrativa dos seus trabalhos, a obscura busca da explicação quer para os seus múltiplos tormentos quer para os inumeráveis resgates de tantos perigos, com a crónica minuciosa, quase como de agente secreto por conta de si e da nossa empresa descrita como maldita e sublime ao mesmo tempo.» (…) «Escrevendo Peregrinação, Mendes Pinto não salvou apenas a sua vida aventurosa, mas a aventura escrita em português, a que para sempre nos compensará de não vir a ter no futuro os Kipling e os Conrad no nosso império de rapina, de esplendor e engano.» Eduardo Lourenço, 30/6/1989

Peregrinação (2 Volumes)

de Fernão Mendes Pinto

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727086085
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: dezembro de 2001
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 233 x 54 mm
Páginas: 872
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Literatura de Viagem
EAN: 9789727086085

Excelente

Márcio M.

Esta literatura tem muita profundidade e dimensão e vejo (minha opinião) que devia ser tratado como os Lusíadas, de Camões porque é uma obra prima da literatura portuguesa. Requer muito de nós como leitores para analisar por completo.

Aprovado

Diogo Lopes

Dois volumes muito completos de leitura acessível.

Boa leitura

Isabel Flores

Uma obra a não perder.

SOBRE O AUTOR

Fernão Mendes Pinto

Fernão Mendes Pinto nasceu em Montemor-o-Velho, em data incerta (entre 1509-14), e faleceu perto de Almada a 8 de julho de 1583. Oriundo de uma família sem recursos e marcado por um forte espírito aventureiro, embarca, em 1537, numa armada composta por cinco naus e capitaneada por D. Pedro da Silva, rumo à Índia. Começam então as suas incríveis aventuras, repletas de peripécias, por geografias diversas. Ao longo dessa jornada será um pouco de tudo: soldado, escravo, corsário, etnólogo avant la lettre ou diplomata. Regressa definitivamente a Portugal em setembro de 1558 e, na década de 60, estabelece-se numa quinta em Almada, onde começará a redigir as suas memórias aventurosas sob o título Peregrinação, publicadas postumamente.

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