Pelos Leitores de Poesia

de Filipa Leal

editor: Abysmo
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Os poetas odeiam trabalhar em escritórios. Vestem-se mal e acreditam em tudo o que lhes dizem. Puxa-lhes o pé para a metáfora. Se os poetas fossem controladores aéreos, haveria tráfego de andorinhas. O ideal para um poeta é estar desempregado. Em nome da segurança pública.

Pelos Leitores de Poesia

de Filipa Leal

ISBN: 9789898688231
Editor: Abysmo
Idioma: Português
Dimensões: 103 x 207 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 32
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789898688231
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Bom sentido de humor

Diogo Gonçalves

Fiquei surpreendido com o humor presente neste livro, ri do princípio ao fim, sem dúvida um dos poucos livros de poesia contemporânea que se aproveitam.

Filipa Leal

Filipa Leal nasceu no Porto em 1979. Tem 11 livros publicados (desde 2003), entre os quais A Cidade Líquida e O Problema de Ser Norte (ed. Deriva), ou os mais recentes Vem à Quinta-feira e Fósforos e Metal sobre Imitação de Ser Humano (ed. Assírio & Alvim), ambos finalistas do Prémio Correntes d’Escritas e semifinalistas do Prémio Oceanos. Está editada em Espanha (La Ciudad Líquida, ed. Sequitur, Madrid, 2010); na Colômbia (En los días tristes no se habla de aves, ed. Tragaluz, Medellín, 2016); e em França (La Ville Oubliée, ed. Cahiers de l’Approche, Angoulême, 2021). Formada em Jornalismo pela Universidade de Westminter (Londres), é Mestre em Estudos Portugueses e Brasileiros pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Está representada em várias antologias em Portugal e no estrangeiro (Venezuela, Bulgária, Holanda, Eslovénia ou Grécia). Em 2010, teve um dos seus poemas exposto no Metro de Varsóvia, na iniciativa «Poems on the Underground». Em 2012 e 2014, representou Portugal em encontros literários na Alemanha – no Festival de Poesia de Berlim 2012 e na Conferência dos Escritores Europeus 2014/Long Night of European Literature, no âmbito da qual fez uma leitura dos seus poemas no Deutsches Theater. Em 2016, o seu poema «Hoje, também os carros dançam» integrou uma instalação sonora europeia na British Library, em Londres. Em 2021, a compositora colombiana Mónica Giraldo adaptou um poema seu («Digo-te por Isso»/«Te Digo por Eso»), que interpreta no álbum Hubo um Tiempo. No mesmo ano, Filipa Leal atreveu-se nas primeiras letras de canções: «Mudar de Canção», a convite da banda The Happy Mess, já lançada no disco Jardim da Parada; e «Ferida», adaptação livre de «Fever» (imortalizada por Peggy Lee), a convite de Mafalda Veiga para o seu novo concerto SOLO. Poeta, jornalista e argumentista (destaque para o guião do filme Jogo de Damas, com a realizadora Patrícia Sequeira – Prémio de Melhor Guião nos Festivais de Cinema do Chipre e de Copenhaga), apresenta atualmente, com Pedro Lamares, o programa de literatura Nada Será Como Dante na RTP2.

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Assírio & Alvim
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