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Pedagogia De La Indignacion. Cartas Pedagogicas En Un Mundo Revuelto

de Paulo Freire
idioma: espanhol
Editor: SIGLO XXI MEXICO ARGENTINA, novembro de 2012 ‧
15,29€
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Freire habla de la violencia entre los adolescentes, que debe ser abordada con seriedad, y de las revoluciones tecnológicas, que dificultan la transmisión de valores.¿Cuál es la indignación de la que habla este libro, el último que escribió Freire? Esa indignación está muy lejos de la rabia que se agota en sí. Es una indignación política que apuesta por la construcción colectiva y la esperanza. ¿Cómo enfrentar el reto de educar para no crear pequeños tiranos ni seres inhibidos? Los padres y profesores han de explorar una delicada tensión: dar libertad y autonomía y a la vez marcar límites, cuidando y respetando las diferencias. Se enseñan contenidos y modos de habitar el mundo, de interpretarlo y de articular proyectos de cambio que se traducen en acción política: el objetivo es ôformarö a los jóvenes para una vida cada vez más compleja. El quehacer del maestro comprometido no es la única preocupación de Freire, que analiza las luchas sociales pacíficas que buscan la transformación. El tono de los textos son testimonio de la búsqueda más persistente: un diálogo de igual a igual.

Pedagogia De La Indignacion. Cartas Pedagogicas En Un Mundo Revuelto

de Paulo Freire

Propriedade Descrição
ISBN: 9789876292283
Editor: SIGLO XXI MEXICO ARGENTINA
Data de Lançamento: novembro de 2012
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ciencia Popular
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ensino e Educação
EAN: 9789876292283

SOBRE O AUTOR

Paulo Freire

Paulo Freire nasceu em 1921 no Recife e faleceu em São Paulo em 1997.
Apesar de oriundo de uma família da classe média, a depressão de 1929 e a morte precoce do pai fizeram com que vivesse a experiência da pobreza e da fome, que marcou para sempre a sua preocupação com os mais pobres.
Em 1946 foi nomeado Diretor do Departamento de Educação e Cultura do estado de Pernambuco, onde pôde iniciar um trabalho sistemático com analfabetos pobres e experimentar no terreno as ideias que vinha desenvolvendo no sentido da construção de um método de alfabetização revolucionário que pudesse promover a alfabetização em massa das classes populares.
Tal método viria a adoptar o nome de Método Paulo Freire e os seus resultados levaram o governo progressista de João Goulart a adoptá-lo em 1961 no quadro de um Plano Nacional de Alfabetização que visava a alfabetização generalizada da população brasileira.
O golpe militar de 1964 pôs no entanto fim ao programa e Paulo Freire viria mesmo a ser perseguido e preso por causa dele.
Libertado, exilou-se primeiro na Bolívia e depois no Chile.
Durante o exílio chileno, publicou no Brasil o seu primeiro livro, Educação como Prática de Liberdade, e em 1969 viria a ser convidado como professor visitante pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
Concluíra entretanto a redacção do livro que lhe daria fama mundial, Pedagogia do Oprimido, imediatamente publicado em várias línguas e que viria a ter uma primeira edição em Portugal em 1972 nas Edições Afrontamento.
Só em 1974, no entanto, depois de iniciado o processo de abertura política, seria publicado no Brasil, onde conheceu até hoje várias dezenas de edições.
Entretanto Paulo Freire mudara-se para Genebra, na Suíça, onde foi consultor para a Educação do Conselho Mundial das Igrejas.
Na sequência da amnistia de 1979 regressaria ao Brasil em 1980, filiando-se no Partido dos Trabalhadores em São Paulo.
Na sequência da vitória do PT nas eleições municipais de 1988 viria a ocupar o cargo de Secretário da Educação de São Paulo, que exerceu até 1991.

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