Paz e Guerra Entre as Nações

de Raymond Aron
idioma: português do brasil
Editor: Martins Fontes, setembro de 2018 ‧
47,70€
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Em Paz e Guerra Entre as Nações Raymond Aron faz reflexões acerca da natureza humana, analisando os fenômenos que levam os povos a guerrear e levando o leitor a raciocinar sobre dois deveres que nem sempre são compatíveis: um dever com o próprio povo e um dever para com todos os povos, inferindo algo que parece óbvio a todos nós: não ignorar uma história conflituosa e não trair o ideal; pensar e agir com o firme propósito de fazer com que a ausência da guerra se prolongue até o momento em que a paz seja possível, supondo que esse dia chegará.

Paz e Guerra Entre as Nações

de Raymond Aron

Propriedade Descrição
ISBN: 9788523011895
Editor: Martins Fontes
Data de Lançamento: setembro de 2018
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 159 x 229 x 57 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 952
Tipo de produto: Livro
Coleção: Sociologia
Classificação Temática: Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9788523011895

SOBRE O AUTOR

Raymond Aron

Antes do tempo ou não, Raymond Aron teve razão no seu tempo e continua a tê-la hoje. A sua obra está na primeira linha da denúncia de todas as formas de totalitarismos. Filósofo, sociólogo, jornalista, professor e politólogo, Aron nasceu em 1905, em Paris, no seio de uma família de origem judaica, tornando-se conhecido pelo seu cepticismo em relação à esquerda francesa. Estudou na École Normale Supérieure, onde conheceu Jean-Paul Sartre, de quem se tornou amigo e, mais tarde, forte oponente intelectual. Foi colunista no Le Figaro e no L’Express, e lecionou em instituições como a Sorbonne e o Collège de France, tendo tido por alunos figuras como Pierre Bourdieu, André Glucksmann ou Henry Kissinger. Publicou diversos livros influentes que consolidaram a sua posição de autoridade intelectual entre os conservadores franceses. Pensador de invulgar argúcia, é um dos grandes intelectuais do século XX, e autor de vasta obra da qual se destaca O Ópio dos Intelectuais (1957), um conhecido ataque contra Sartre, o marxismo e a intelectualidade francesa, desintoxicando o pensamento unilateral da esquerda e a denegação dos intelectuais marxista face à brutal repressão do comunismo. Em 1977, vítima de uma embolia, repensa a sua vida e decide então escrever suas memórias. Morre em 1983.

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