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Penser La Guerre, Clausewitz Tome 2 ; L'Âge Planétaire

de Raymond Aron
idioma: francês
Editor: GALLIMARD, novembro de 2009 ‧
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Ce tome deuxième prend l'exacte mesure de la place de Clausewitz dans le monde d'aujourd'hui. Les grandes écoles d'état-major l'enseignent, Moltke comme Foch, Lénine comme Mao Zedong l'ont lu, étudié ou appliqué. Qui d'entre tous s'y montre le plus fidèle ? Clausewitz peut-il lui-même être tenu pour responsable des massacres militaires et civils de la Première Guerre mondiale ou bien pour le plus farouche procureur contre la guerre d'anéantissement menée par Hitler ? Grâce à son échec dans l'action, Clausewitz, tel Machiavel, a trouvé le loisir et la résolution d'achever au niveau de la conscience claire la théorie d'un art qu'il a imparfaitement pratiqué. Son héritage consiste en deux idées maîtresses: le principe d'anéantissement et la suprématie de l'intelligence politique sur l'instrument militaire. L'arme nucléaire confirme la deuxième et modifie le sens de la première.

Penser La Guerre, Clausewitz Tome 2 ; L'Âge Planétaire

de Raymond Aron

Propriedade Descrição
ISBN: 9782070127665
Editor: GALLIMARD
Data de Lançamento: novembro de 2009
Idioma: Francês
Dimensões: 127 x 192 x 18 mm
Páginas: 366
Tipo de produto: Livro
Coleção: Tel
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782070127665

SOBRE O AUTOR

Raymond Aron

Antes do tempo ou não, Raymond Aron teve razão no seu tempo e continua a tê-la hoje. A sua obra está na primeira linha da denúncia de todas as formas de totalitarismos. Filósofo, sociólogo, jornalista, professor e politólogo, Aron nasceu em 1905, em Paris, no seio de uma família de origem judaica, tornando-se conhecido pelo seu cepticismo em relação à esquerda francesa. Estudou na École Normale Supérieure, onde conheceu Jean-Paul Sartre, de quem se tornou amigo e, mais tarde, forte oponente intelectual. Foi colunista no Le Figaro e no L’Express, e lecionou em instituições como a Sorbonne e o Collège de France, tendo tido por alunos figuras como Pierre Bourdieu, André Glucksmann ou Henry Kissinger. Publicou diversos livros influentes que consolidaram a sua posição de autoridade intelectual entre os conservadores franceses. Pensador de invulgar argúcia, é um dos grandes intelectuais do século XX, e autor de vasta obra da qual se destaca O Ópio dos Intelectuais (1957), um conhecido ataque contra Sartre, o marxismo e a intelectualidade francesa, desintoxicando o pensamento unilateral da esquerda e a denegação dos intelectuais marxista face à brutal repressão do comunismo. Em 1977, vítima de uma embolia, repensa a sua vida e decide então escrever suas memórias. Morre em 1983.

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