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Paul Verlaine ; Un Poète

de Paul Verlaine
idioma: francês
Editor: GALLIMARD-JEUNESSE, setembro de 2002 ‧
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Il pleure dans mon coeur comme il pleut sur la ville ; Quelle est cette langueur qui pénètre mon coeur ? ô bruit doux de la pluie par terre et sur les toits ! Pour un coeur qui s'ennuie ô le chant de la pluie ! Il pleure sans raison dans ce coeur qui s'écoeure. Quoi ! nulle trahison ?. Ce deuil est sans raison. C'est bien la pire peine de ne savoir pourquoi, sans amour et sans haine, mon coeur a tant de peine ! Il voulait " de la musique avant toute chose ". ses poèmes deviennent des romances sans paroles qui chantent la nuance, la sensation, les impressions, la rêverie. retrouvez les poèmes les plus célèbres de verlaine, élu prince des poètes.

Paul Verlaine ; Un Poète

de Paul Verlaine

Propriedade Descrição
ISBN: 9782070537013
Editor: GALLIMARD-JEUNESSE
Data de Lançamento: setembro de 2002
Idioma: Francês
Páginas: 88
Tipo de produto: Livro
Coleção: Folio Junior En Poesie
Classificação Temática: Livros em Francês > Infantis e Juvenis > Contos fábulas e narrativas
EAN: 9782070537013

SOBRE O AUTOR

Paul Verlaine

Paul-Marie Verlaine nasce na Lorena a 30 de março de 1844, filho de um militar. Em 1851 a sua família muda-se para Paris, onde Verlaine estudará até obter o bacharelato. No ano de 1862, inscreve-se na Faculdade de Direito, altura em que começa a frequentar os cafés e a beber regularmente. Em 1864 decide abandonar os estudos definitivamente, já depois da publicação do seu primeiro poema (1863), e torna-se funcionário da Câmara Municipal de Paris. O poeta troca correspondência e contacta com vários escritores e artistas da época, como por exemplo Victor Hugo, Charles Cros e Villiers.
Em 1870, casa com Mathilde Mauté de Fleurville, casamento que será perturbado quando, no ano seguinte, Verlaine conhece Rimbaud, com quem mantém estreita amizade com uma dimensão homossexual. Esta relação levará Mathilde a pedir a separação judicial em 1872, ano em que Verlaine embarca com Rimbaud para Londres. Este relacionamento acabará em 1875.
Entre 1875 e 1879 o poeta é alternadamente professor em Inglaterra e França, país para onde regressará definitivamente. Segue-se um período de escrita intensa, atribulado por dificuldades económicas e de saúde, numa sucessão de internamentos em vários hospitais. Morre a 8 de janeiro de 1896 de uma congestão pulmonar.
Fernando Pinto do Amaral, no prefácio a «Poemas Saturnianos e Outros», afirma: «Ao lermos hoje os poemas de Verlaine, resta sobretudo a beleza da sua música soberana e misteriosamente evocadora das vertigens por vezes discretas — mas nem por isso menos cativantes — de um espírito vibrátil e sensível aos mais ínfimos acordes do ser — acordes harmoniosamente dissonantes, como os de qualquer poesia que não hesite em interrogar o doloroso enigma que se abriga nos mil fragmentos do real e lhes dá, a cada um deles, uma alma própria e insubstituível.»

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