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Pâques

de August Strindberg
idioma: francês
Editor: CIRCE, agosto de 2006 ‧
7,95€
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Depuis que son père est en prison pour détournements de fonds, Elis Heyst doit subvenir seul aux besoins de sa famille avec son maigre traitement de professeur de lycée. Elis doute de la fidélité de sa fiancée Kristina, il souffre de voir sa mère refuser d'admettre la culpabilité de son mari et il se reproche d'avoir fait interner sa soeur Éléonora, sujette à de graves troubles mentaux. La famille doit en outre héberger une des victimes des malversations du père, le jeune Benjamin, et elle vit sous la menace de son principal créancier, Lindqvist. Apparaît alors Éléonora, un lys de Pâques à la main... Rythmée par les étapes de la passion du Christ, la pièce nous raconte le cheminement vers la lumière d'une famille accablée par les malheurs.

Pâques

de August Strindberg

Propriedade Descrição
ISBN: 9782842422103
Editor: CIRCE
Data de Lançamento: agosto de 2006
Idioma: Francês
Páginas: 90
Tipo de produto: Livro
Coleção: Circe /Theatre
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > Artes de Palco
Livros em Francês > Arte > Outras Artes
EAN: 9782842422103

SOBRE O AUTOR

August Strindberg

August Strindberg (1849-1912) dramaturgo e romancista, igualmente pintor e fotógrafo, é um dos pais do teatro moderno. Na vanguarda do teatro do seu tempo, inspirou inúmeros autores contemporâneos, entre eles figuras tão díspares e relevantes como Kafka, Adamov, Cocteu e em particular o cineasta, também sueco, Ingmar Bergman.
Jean-Pierre Sarrazac, autor do mais recente ensaio sobre o autor Strindberg, o Impessoal (L’Arche, 2018) afirma, em síntese, sobre a obra que «as narrativas autobiográficas são antecâmaras dos dramas. Sobre as linhas de fuga da narrativa autobiográfica, o que é de natureza pessoal tende a ser impessoal. Longe de uma leitura psicologista da escrita teatral, este entrelaçar entre teatro e autobiografia, inscreve o íntimo no coração de uma criação em que a existência vem modelar e vivificar a escrita.»
Dele disse Nietzsche referindo a conhecida obra Inferno: «Fui surpreendido pela descoberta desta obra que exprime de forma grandiosa a minha própria concepção do amor: nos processos a guerra, na essência, o ódio mortal dos sexos.» Com a devida distância uma citação também aplicável ao livro A Dança da Morte.

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