SINOPSE
A escrita, o compromisso político, as amizades, o exílio e as viagens são elementos indissociáveis numa vida fascinante como a de Luis Sepúlveda.
Nestas páginas, entrelaçam-se histórias pessoais, histórias dos trabalhadores e suas lutas, gritos de dor perante a exploração criminosa do meio ambiente, reflexões pungentes sobre a crise económica que atingiu a Europa e encenações de momentos partilhados com amigos, entre eles Pablo Neruda, José Saramago e Tonino Guerra. E emerge, acima de tudo, o Luis Sepúlveda homem: as lembranças do difícil passado no Chile, o destino dos seus companheiros dispersos no exílio e o seu reencontro numa pequena baía do Pacífico, uma viagem pelo deserto de Atacama, mas também alguns vislumbres da vida pessoal, as memórias de um fiel amigo de quatro patas, a alegria de se sentar a uma mesa de refeições com a família alargada e receber o epíteto de «velho». E, sobretudo, a certeza de ter vivido «uma vida de formidáveis paixões».
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-0-04489-1 |
| Editor: | Porto Editora |
| Data de Lançamento: | setembro de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 129 x 198 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 128 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Crónicas
|
| EAN: | 978972004489111 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
palavras neste tempo...
Márcia Pereira
Posso dizer que todos os livros de Luís Sepúlveda tem lugar privilegiado na minha prateleira, mas escolhi este para reler após saber da sua morte. É um livro de devaneios e que descrevem momentos aleatórios, momentos que ansiamos neste momento verdadeiro de crise. Obrigado ao "velho" Luís Sepúlveda pelas flores que nos deixaste.
Bom
Joana Oliveira
Conta muitas histórias do autor, com a sua opinião bastante expressa. Boa leitura.
A política e a economia vista pelo autor
Rui Madeira
O autor mais uma vez mostra-nos os problemas do Chile e os problemas dos homens em geral, problemas desses intemporais e mundiais.
Sepúlveda: Livre pensamento de lucidez emotiva
Teresa Maria
Igual a si próprio, Sepúlveda sempre acutilante nas suas reflexões, sem contudo abdicar da esperança através de seu peculiar e poético olhar humanista. Abanar consciências numa persistente crença na bondade humana, é seu precioso contributo contra a acefalia vigente que formata multidões e mutila o exercício de livre pensamento cada vez mais, fundamental e imprescindível. Absolutamente imperdível como toda a sua obra.
Uma pedrada no charco.
António Serra
Luis Sepúlveda já nos habituou a ser um leitor que escreve com o coração e com toda a sua alma de latino-americano. Esta obra, tão atual, merece sem dúvida fazer parte do espólio de qualquer leitor. Merece ainda ser lida e relida...
Luís Sepúlveda
Bruno Cardoso
Mais uma obra actual, como o escritor já nos habituou. Um somatório de pensamentos do escritor materializados neste livro.
Palavras humanas para uma crise de falta de humanismo
A. Bisca
Uma apreciação humana e despretensiosa desta crise pouco humana. E algumas lembranças de Homens que fizeram a diferença como o nosso "Sara Mago". Era interessante haver referência à data em que cada texto foi escrito.
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