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História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar

de Luis Sepúlveda

Livro eBook
editor: Porto Editora, fevereiro de 2010
Esta é a história de Zorbas, um gato grande, preto e gordo. Um dia, uma formosa gaivota apanhada por uma maré negra de petróleo deixa ao cuidado dele, momentos antes de morrer, o ovo que acabara de pôr.

Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas que nesse momento dramático lhe é obrigado a fazer: não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar. Tudo isto com a ajuda dos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello, dado que, como se verá, a tarefa não é fácil, sobretudo para um bando de gatos mais habituados a fazer frente à vida dura de um porto como o de Hamburgo do que a fazer de pais de uma cria de gaivota…

Com a graça de uma fábula e a força de uma parábola, Luis Sepúlveda oferece-nos neste seu livro já clássico uma mensagem de esperança de altíssimo valor literário e poético.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.

História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar

de Luis Sepúlveda

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04092-3
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 130 x 198 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 978972004092325
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
e e e e e

Absolutamente maravilhoso

MMendes

Uma história emocionante, repleta de personagens originais que nos prendem da primeira à última página. Ao longo de toda a escrita surgem mensagens críticas absolutamente pertinentes sobre determinados comportamentos da sociedade actual. Belíssimo. Recomendo vivamente.

e e e E E

Muito bonito

Constança

Esta é uma história muito simples e bonita. Gostei muito das ilustrações e recomendo a todos os pais que gostem de ler aos seus filhos antes de ir para a cama.

e E E E E

Brhu

Boyy

This is the worst book i ever so in my entire life don't buy this is trash

e e e E E

Nao acho tao bom

José santos

O livro e as imagens são boas mas eu acho que a historia é um bocado estranha e sem sentido, o autor fez um otimo trabalho na sua criaçao mas falta sentido na historia .

e e e e e

Tão doce...

Daniela

Rápido e fácil de ler, e de forma tão simples e doce podemos refletir sobre princípios básicos da vida como a amizade, entreajuda e lealdade. Encantada!

e e e e e

Incrivel

Susana rocha

A história é fantástica neste momento estive a ler esse livro e eu adorei fala-se de uma amizade tão fofinha e de promessas que teve de cumprir!!!Incrivel eu recomendo este livro para todas as idades.

e e e e e

Simplesmente ternurento!

Susete

Muito agradável de ler, fala sobre uma amizade improvável e sobre promessas que não devem ser quebradas. Muito bom

e e e e e

Bom

Rafael

Oferecido a uma criança, gostou bastante da história

e e e e E

História da gaivota e do gato que a ensinou a voar

Anónimo

Acho que é um livro bastante tocante,que sensibeliza as pessoas. Este livro mostranos o valor da amizade, apesar de sermos diferentes o amor,amizade prevalece... Achei este livro interessante e bastante explicito e adequando para qualquer idade!

e e e e e

Magnífico e tocante (recomendo a leitura)

Violeta mendes

Tive de ler este livro como trabalho de casa de férias e apaixonei-me imediatamente pela mensagem tocante que passa. Este livro mostra-nos que temos sempre de cumprir as nossas promessas por mais difíceis que sejam, ou que aparentem ser e que se nos esforçar mos obviamente conseguimos sempre aquilo que queremos, esta obra transparece na mensagem uma ideia de solidariedade, amor, amizade e preocupação com o próximo. Adorei ler este livro, e descobri já depois de o ter lido nas férias, que no terceiro ano já o tinha lido num trabalho de grupo.

e e e e e

Otimo livro é aconselhavel para todas as pessoas

Leandro guerreiro

Acho o livro bastante interessante . Luís Sepúlveda fez mais uma vez um ótimo trabalho , tem os meus sinceros parabéns

e e e e e

givota e do gato que a ensinou a voar

ana filipa

devemos cumprir sempre as promessas que fazemos mesmo que seja horriveis, estupidas , mas nunca devemos faltar a uma promessa

e e e e e

gaivota e do gato que a ensinou a voar

ana filipa

gostei muito desta obra ensina muitas coisas e uma delas e que podemos ser diferentes uns dos outros mas devemos tomar conta um dos outros porque essa pessoa tbm faria isso por nos

e e e e e

BS

um grande livro e o valor da amizade

e e e e e

O valor da amizade

CM

Um livro que nos faz pensar sobre a importância da amizade entre seres diferentes. Uma história que, apesar de simples, nos revela uma mensagem importante que faz refletir.

e e e e E

História de Amor

Natália Branco

Adorei, é uma história linda de amor, amizade e de partilha, tanto eu como o meu filho de 11 anos ficamos muito emocionados, faz-nos relembrar o importante que é ajudarmos o outro.

e e e e E

Muito mais do que um amigo

Joaquina Cruz

Uma história de amor, amizade e lealdade.

e e e e e

Recomendo a sua leitura

Ana

O livro foi sugerido pela Professora de Português da minha filha que frequenta o 7.º ano (faz parte o plano de leitura da turma dela) e eu acabei por ler também e adorei.

e e e e e

A verdadeira amizade

Ana Cristina Carvalho

História fantástica sobre o valor da amizade e as verdadeiras relações entre seres diferentes. Nesta fábula encontramos valores como a fidelidade, a entre-ajuda e a felicidade por ver os nossos amigos seguirem os seus caminhos.

e e e e e

Um livro lindo que mostra quanto os amigos nos podem ajudar

Maria do Rosário Palma

Já tenho este livro há algum tempo, uso-o muito nas aulas de leitura, " Hora do Conto" e que requer posteriormente a opinião de cada criança sobre a mensagem que interpretaram de cada história. Esta foi marcante, todos os meus alunos estavam em sintonia com a mensagem que foi transmitida. Todos necessitamos de um Zorba, alguma vez na nossa vida e alguma vez, também, todos nós poderemos ser um Zorba para que é frágil com uma pequena gaivota que tem de aprender a voar. Uma lição de amizade, com lá é característico nos livros infantis de Luís Sepúlveda. Eu adirei este livro e as crianças também. Aliás, acho que devia ser obrigatório os adultos lerem literatura Infantil e descobrirem, com é belo e fascinante, este género literário.

e e e e e

Amei! Recomendo!!!

Mariana Almeida

Acabei de ler esse livro do Luis Sepulveda. Foi um dos livros que mais gostei de ler... Obrigada à Suzi por me ter recomendado! RECOMENDO A TODA A GENTE! Vale mesmo a pena

e e e e e

Recomendado

Fátima Sousa

O autor foi-me recomendado por uma amiga. Gostei imenso, por isso, recomendo-o também.

e e e e e

Adorou

pedro miguel lima beato

Estas palavras são do meu filho pois foi para ele que o comprei e já o leu 5 vezes nunca o tinha visto agarrado a um livro tanto tempo

e e e e e

Crescer!

Ana Helena M.C. Gonzalez

Um livro que ajuda a crescer. Faz com que os håbitos de leitura se enraízem, fazendo do acto de ler um prazer.

e e e e e

Uma outra forma de explicar a vida!

Ângela Maria Pereira de Brito

Li este livro há já algum tempo e adorei. Ofereci-o agora a uma amiga que tal como a gaivota só precisa de um Zorbas para perceber que podia voar.

e e e e e

Muito engraçado!

Eu e o meu filho de 10 anos começámos ontem a lê-lo em conjunto e simplesmente estamos a adorar. Decidi que seria melhor assim para o incentivar a ler e acho que está a resultar. Agora é ele que me pergunta: "Mãe, vamos ler o livro do gato e da gaivota?" Queríamos parar de ler no terceiro capítulo, mas foi impossível...! Hoje à noite, há mais leitura!

e e e e e

Infância

Diana Lopes da Rocha

Concordo com o 1 comentário, não vai ser daqueles livros que vamos dizer que sao os nossos preferidos mas é daqueles livros que nos vamos lembrar sempre. A minha professora da primaria leu nos (a mim e à minha turma) este livro e lembro me que adorei, e sempre que o encontro numa livraria lembro me daquele tempo.

e e e e E

comentario(FRANCISCO)

ZHUANGYING

Eu li este livro quando estava no setimo ano.Este livro e simples,mas conseguiu inspirar a minha alma.Apercebi-me que apos de ler este livro comecei aperceber que os gatos nao eram como eu pensava,mas uma forma simpatica e uma forma compredora.Acho que podia ter concluido melhor.

e e e e e

Simplesmente.

Beatriz

Li este livro quando me encontrava no 5º ou 6º ano. Apaixonei-me. Não é daqueles livros que vamos falar se nos perguntarem quais os nossos preferidos. Não é daqueles livros maravilhosos, que (nos lembramos de) emprestamos a toda a gente. Mas é daqueles livros que, por mais tempo que passe, não conseguimos esquecer. Há sempre um pormenor. Ou o sotaque do Colonello; ou o inconfundível Sabetudo; ou o cuidadoso (ou não) secretário... Uma das coisas para fazer antes que cresçamos o suficiente para deixar as coisas simples. Beatriz, 13 anos.

Luis Sepúlveda

Foi a 4 de outubro de 1949, na localidade chilena de Ovalle, a mais de 300 km a norte da capital, Santiago, que nasceu Luis Sepúlveda. Filho de um militante do Partido Comunista e proprietário de um restaurante, e de uma enfermeira de origens mapuche (um povo indígena da região centro-sul do Chile e do sudoeste da Argentina), Luis Sepúlveda cresceu no bairro San Miguel de Santiago e estudou no Instituto Nacional, onde começou a escrever por influência de uma professora de História.
Aos 15 anos ingressou na Juventude Comunista do Chile, da qual foi expulso em 1968. Depois disso, militou no Exército de Libertação Nacional do Partido Socialista. Após os estudos secundários, ingressou na Escola de Teatro da Universidade de Chile, da qual chegou a ser diretor. Anos mais tarde, licenciou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade de Heidelberg, na Alemanha.
Da sua vasta obra – toda ela traduzida em Portugal –, destacam-se os romances O Velho que Lia Romances de Amor e História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar. Mas todos os seus livros conquistaram em todo o mundo a admiração de milhões de leitores.
Em 2016, recebeu o Prémio Eduardo Lourenço – que visa galardoar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cooperação e da cultura ibérica –, uma honra que definiu como «uma emoção muito especial».
Para além de romancista, foi realizador, roteirista, jornalista e ativista político. Em 1970 venceu o Prémio Casa das Américas pelo seu primeiro livro, Crónicas de Pedro Nadie, e também uma bolsa de estudo de cinco anos na Universidade Lomonosov de Moscovo. No entanto, só ficaria cinco meses na capital soviética, uma vez que foi expulso da universidade por “atentado à moral proletária”. Membro ativo da Unidade Popular chilena nos anos 70, teve de abandonar o país após o golpe militar de Augusto Pinochet. Viajou e trabalhou no Brasil, Uruguai, Bolívia, Paraguai e Peru. Viveu no Equador entre os índios Shuar, participando numa missão de estudo da UNESCO. Em 1979 alistou-se nas fileiras sandinistas, na Brigada Internacional Simon Bolívar, que lutava contra a ditadura de Anastácio Somoza. Depois da vitória da revolução sandinista, trabalhou como repórter.
Em 1982 rumou a Hamburgo, movido pela sua paixão pela literatura alemã. Nos 14 anos em que lá viveu, alinhou no movimento ecologista e, enquanto correspondente da Greenpeace, atravessou os mares do mundo, entre 1983 e 1988. Em 1997, instalou-se em Gijón, em Espanha, na companhia da mulher, a poetisa Carmen Yáñez. Nesta cidade fundou e dirigiu o Salão do Livro Ibero-americano, destinado a promover o encontro de escritores, editores e livreiros latino-americanos com os seus homólogos europeus.
Luis Sepúlveda vendeu mais de 18 milhões de exemplares em todo o mundo e as suas obras estão traduzidas em mais de 60 idiomas. Em Portugal, era presença assídua na Feira do Livro de Lisboa, em sessões de autógrafos onde era bem visível o carinho do público português pelos seus romances, e esteve presente em quase todas as 21 edições do Festival Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim, a última das quais entre 18 e 23 de fevereiro de 2020.
A 29 de fevereiro de 2020, Luis Sepúlveda foi diagnosticado com Covid-19, naquele que seria o primeiro caso de infeção nas Astúrias, e consequentemente internado no Hospital Universitário Central de Astúrias, onde veio a falecer a 16 de abril.

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