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Os Últimos Dias de Immanuel Kant

de Thomas de Quincey

editor: Relógio D'Água, setembro de 2003
Este relato dos últimos momentos de Kant é composto, entre outras fontes, pelos pormenores que De Quincey retirou das memórias de Wasianski, de Borowski e de Jachmann, publicados em 1804 em Kœnigsberg. Mas, ao mesmo tempo, é inteiramente uma obra de De Quincey (1785-1859), autor de Confessions of an English Opium-Eater.

«De Quincey considera que nunca a inteligência humana se elevou ao ponto que atingiu em Kant. E, no entanto, a inteligência humana, mesmo a um tal nível, não é divina. Não só é mortal como, o que é terrível, pode diminuir, envelhecer, entrar em decrepitude. E, contudo, De Quincey sente talvez ainda mais estima por este clarão final, no momento em que ele vacila. Acompanha o seu pulsar. Anota a hora em que Kant deixou de poder criar ideias gerais e ordenou erroneamente os factos da natureza. Assinalou o instante em que a sua memória desfaleceu. Registou o segundo em que a sua faculdade de reconhecimento se extinguiu.»
Marcel Schwob

Os Últimos Dias de Immanuel Kant

de Thomas de Quincey

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727087440
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: setembro de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 117 x 215 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 98
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789727087440
Thomas de Quincey

Menino prodígio, ávido leitor em criança, precoce classicista, Thomas de Quincey (1785-1859) fez de tudo para fugir aos epítetos que lhe queriam colar ao epitáfio. Na adolescência fugiu da escola para passar Invernos na penúria, a vadiar pelas ruas; na juventude entrou em Oxford, mas saiu de lá sem o diploma porque não compareceu ao último exame. Viciado no ópio e afogado em dívidas, escreveu mais de duas centenas de artigos de filosofia, história, estética, crítica literária e política, muitos deles reunidos nos livros Confissões de Um Opiómano Inglês (1821) ou O Assassínio como Uma das Belas-Artes. Com uma escrita subversiva e refinada que é uma verdadeira uma lição de humor negro e de retórica, os seus ecos repercutem-se ainda hoje no fascínio das artes — e do público — pelo terror, o crime, o lado negro da vida.

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