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Del Asesinato Considerado Como Una De Las Bellas Artes

de Thomas de Quincey
idioma: espanhol
Editor: LEA EDITORIAL, outubro de 2023 ‧
14,21€
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Un tratado sobre el asesinato considerado como un hecho que permite el deleite artístico, a partir del análisis de algunos de los crímenes más famosos de nuestra historia, así como del estudio particular de los casos de Williams y MÆKean, dos asesinos múltiples de finales del siglo XVII y principios del XIX. Polémico, profundo y dueño de un conocimiento desbordante, el periodista británico Thomas de Quincey (1785-1859) desarrolla en «Del asesinato considerado como una de las bellas artes» uno de los textos más discutidos y perturbadores de la historia del pensamiento universal y, sin duda, el más reconocido de toda su producción. Admirado por figuras emblemáticas como Jorge Luis Borges, Charles Baudelaire o Edgar Allan Poe, postula una contradicción entre ética y estética al proponer que un crimen puede ser estudiado como una obra de arte. Según De Quincey, el asesinato constituye un arte que ha ido perfeccionándose desde Caín y, como tal, puede ser objeto de un goce estético.

Del Asesinato Considerado Como Una De Las Bellas Artes

de Thomas de Quincey

Propriedade Descrição
ISBN: 9788411319331
Editor: LEA EDITORIAL
Data de Lançamento: outubro de 2023
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788411319331

SOBRE O AUTOR

Thomas de Quincey

Menino prodígio, ávido leitor em criança, precoce classicista, Thomas de Quincey (1785-1859) fez de tudo para fugir aos epítetos que lhe queriam colar ao epitáfio. Na adolescência fugiu da escola para passar Invernos na penúria, a vadiar pelas ruas; na juventude entrou em Oxford, mas saiu de lá sem o diploma porque não compareceu ao último exame. Viciado no ópio e afogado em dívidas, escreveu mais de duas centenas de artigos de filosofia, história, estética, crítica literária e política, muitos deles reunidos nos livros Confissões de Um Opiómano Inglês (1821) ou O Assassínio como Uma das Belas-Artes. Com uma escrita subversiva e refinada que é uma verdadeira uma lição de humor negro e de retórica, os seus ecos repercutem-se ainda hoje no fascínio das artes — e do público — pelo terror, o crime, o lado negro da vida.

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