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Os Retornados Mudaram Portugal

de Fernando Dacosta

editor: Parsifal PT, maio de 2013
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Os Retornados Mudaram Portugal é uma importante síntese dos reflexos causados na sociedade nacional pelo trágico regresso dos portugueses residentes em África nos anos de 1974 e 1975, naquele que constituiu um dos êxodos mais trágicos do Ocidente.
Quase quatro décadas depois, muitas centenas de milhares de portugueses continuam a carregar esse sentimento de amputação, essa saída forçada de uma terra que consideravam sua. Como conseguiram vencer, integrar-se numa sociedade que os olhava com desconfiança e os recebeu com hostilidade? Continuam a trazer África no coração? Esta obra de Fernando Dacosta é porto de abrigo para essas e muitas outras inquietantes perguntas, uma voz dá voz às frustrações, aos anseios, às carências de milhares de outras vozes.
Os Retornados Mudaram Portugal é uma obra de leitura obrigatória para se compreender a sociedade portuguesa actual.

Os Retornados Mudaram Portugal

de Fernando Dacosta

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899833326
Editor: Parsifal PT
Data de Lançamento: maio de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 229 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789899833326
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UM CONTINENTAL À PROCURA DE RESPOSTAS

Mário Duro

Sou de Lisboa, sempre vivi no Continente, primeiro em Lisboa, depois em Mem Martins e, no Algueirão , perto de Sintra, cumpri todo o serviço militar na então chamada Metrópole, no período de Janeiro de 1974 a Novembro de 1975, nunca fui mobilizado para as Colónias, mais tarde, por conveniência do nosso Governo, face às pressões internacionais para se dar a independência, mudaram a terminalogia ou designação para Províncias Ultramarinas.Isto tudo, para dizer que não tinha qualquer conhecimento sobre com se processou o êxodo dos portugueses de África e, não só para o Continente.Na altura que isso aconteceu, tinha 23 anos e, alguns dos chamados "retornados" vieram morar para a zona onde vivia, ouvia as pessoas contestar a sua presença, sempre e, felizmente apenas por palavras, mas dada a pouca informação que existia não podia tirar nenhuma conclusão sobre as razões dos que cá estavam e, dos que tiveram que vir embora da sua zona de conforto, no bom sentido claro.Neste livro, embora pouco desenvolvido e, não muito minucioso, pelo menos já deu para esclarecer e ficar com uma ideia de parte do que aconteceu, que deu origem a uma das maiores pontes aéreas da História.

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Os Retornados Mudaram Portugal

Francisco Martins

Gostei da obra Pena que a obra seja um pouco pequena. Esta obra interessa-me particularmente porque também nasci em Angola.

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Memórias saudosas

Ana Isabel Pinto

Lembro-me de ser criança, pré-adolescente, e ver junto ao rio Tejo em Lisboa, muitos contentores que tinham vindo de África, e de saber que eram os poucos pertences que os portugueses tinham trazido na sua fuga. Na rua onde habitava, abriu uma mercearia nova, um casal jovem com filhos muito pequenos nascidos em Angola, que contavam aos clientes os horrores da guerra de onde tinham fugido. Em adulta conheci algumas pessoas que tinham vivido lá e deixado tudo para trás. Dias antes de ter comprado este livro, conheci uma senhora que tinha vindo de Moçambique que me contou como era a vida lá, como foi o regresso para a "Metrópole". Em todas as conversas um denominador comum, uma imensa saudade de lá que nunca vão poder "matar", porque agora nada é como era. Para todos uma adaptação muito difícil, mas todos venceram a difícil situação económica que tinham cá quando chegaram, mas a alma, essa ficou lá. Gostei do livro, mas achei que muito ficou ainda por escrever. Queria mais e mais páginas, mais profundas.

Fernando Dacosta

Ficcionista e autor dramático, formado em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa, exerceu a actividade profissional de jornalista, na sequência da qual publicou os trabalhos de investigação jornalística Os Retornados Estão a Mudar Portugal (Grande Prémio de Reportagem do Clube Português de Imprensa) e Moçambique, Todo o Sofrimento do Mundo (Prémios Gazeta e Fernando Pessoa). Estreou-se como dramaturgo com Um Jipe em Segunda Mão , peça que, tendo por tema as sequelas da guerra colonial portuguesa, foi distinguida com o Grande Prémio de Teatro da RTP, e editada, em 1983, com o monólogo dramático A Súplica e o diálogo Um Suicídio Sem Importância, volumes a que se seguiriam os trabalhos teatrais Sequestraram o Senhor Presidente (1983) e A Nave Adormecida (1988). Tentado pela maior liberdade de tratamento do espaço e do tempo no registo novelístico, com O Viúvo (Grande Prémio da Literatura do Círculo de Leitores) e Os Infiéis , afirmou-se no domínio da ficção com uma escrita instituída como indagação obsessiva sobre uma portugalidade entrevista num passado recente (O Viúvo ) ou no período dos Descobrimentos (Os Infiéis), e estabelecendo nexos de intertextualidade com outros autores de língua portuguesa que integram ou reflectiram sobre a mitologia do ser português, como Agostinho da Silva, Jaime Cortesão, Antero, Pascoaes, Oliveira Martins, Camões ou Pessoa.

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