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Viagens Pagãs

de Fernando Dacosta
Editor: Parsifal PT, abril de 2015 ‧
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Deambulando pela mais recôndita ilha dos Açores, cujo cemitério deu as boas vindas ao marechal Carmona; por África, onde Samora Machel voltou a surpreender com novas frases arrebatadoras; ou pelo Rio de Janeiro, num Carocha com Agustina Bessa-Luís relembrando os últimos dias de Marcello Caetano, entre outras extraordinárias histórias, Fernando Dacosta conduz-nos pelos lugares mais marcantes que visitou. Uma prosa cativante, recheada de inúmeros momentos insólitos e divertidos que proporcionam ao leitor um prazer infinito, ao mesmo tempo que revive a História e os feitos dos portugueses, faz de Viagens Pagãs uma obra memorável e confirma o autor como um dos melhores contadores de histórias do nosso tempo.

Viagens Pagãs

de Fernando Dacosta

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898760104
Editor: Parsifal PT
Data de Lançamento: abril de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 232 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789898760104

SOBRE O AUTOR

Fernando Dacosta

Ficcionista e autor dramático, formado em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa, exerceu a actividade profissional de jornalista, na sequência da qual publicou os trabalhos de investigação jornalística Os Retornados Estão a Mudar Portugal (Grande Prémio de Reportagem do Clube Português de Imprensa) e Moçambique, Todo o Sofrimento do Mundo (Prémios Gazeta e Fernando Pessoa). Estreou-se como dramaturgo com Um Jipe em Segunda Mão , peça que, tendo por tema as sequelas da guerra colonial portuguesa, foi distinguida com o Grande Prémio de Teatro da RTP, e editada, em 1983, com o monólogo dramático A Súplica e o diálogo Um Suicídio Sem Importância, volumes a que se seguiriam os trabalhos teatrais Sequestraram o Senhor Presidente (1983) e A Nave Adormecida (1988). Tentado pela maior liberdade de tratamento do espaço e do tempo no registo novelístico, com O Viúvo (Grande Prémio da Literatura do Círculo de Leitores) e Os Infiéis , afirmou-se no domínio da ficção com uma escrita instituída como indagação obsessiva sobre uma portugalidade entrevista num passado recente (O Viúvo ) ou no período dos Descobrimentos (Os Infiéis), e estabelecendo nexos de intertextualidade com outros autores de língua portuguesa que integram ou reflectiram sobre a mitologia do ser português, como Agostinho da Silva, Jaime Cortesão, Antero, Pascoaes, Oliveira Martins, Camões ou Pessoa.

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