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Os Intelectuais e a Organização da Cultura

de Antonio Gramsci
Editor: Relógio D'Água, setembro de 2024 ‧
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Em Os Intelectuais e a Organização da Cultura, Gramsci investiga a contradição entre a infraestrutura produtiva e as superestruturas sociais. Conclui que os intelectuais não formam um grupo autónomo e independente, antes são determinados por grupos e classes sociais em conflito. Os intelectuais, consciente ou inconscientemente, desempenham a função social que se desenvolve num contexto histórico concreto.

Os Intelectuais e a Organização da Cultura

de Antonio Gramsci

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897834806
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: setembro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 233 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Coleção: Antropos
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9789897834806

Livro original e influente

João L.

Temos finalmente disponível em Português esta colectânea de textos influentes de Gramsci. Gramsci é reconhecido pela sua originalidade e heterodoxia. O seu pensamento em relação à cultura e ao papel das elites na transformação das sociedades continuam a ser extremamente relevantes. Trata-se de um livro que merece leitura dedicada e que nos traz lições para a atualidade.

SOBRE O AUTOR

Antonio Gramsci

Nasceu em Ales, na Sardenha, a 22 de janeiro de 1891. Estudou na Faculdade de Letras da Universidade de Turim desde 1911 e em 1913 inscreveu-se no Partido Socialista. Em 1921, num contexto marcado pela Grande Guerra, pela Revolução Russa e pelas ocupações das fábricas em Turim, nasceu o Partido Comunista Italiano, de que Gramsci integra o primeiro Comité Central. Em 1924, depois de dirigir l’Ordine Nuovo, Gramsci lidera o L’Unità, no mesmo ano em que foi eleito para o Parlamento. Em 1926, a pretexto do «atentado Zamboni», foi detido. O Tribunal Especial Fascista, criação recente do regime de Mussolini, julgou-o por «instigação à guerra civil», incitamento ao ódio de classe e atividade conspirativa. «É preciso impedir que este cérebro funcione por 20 anos», conclui o Ministério Público na sua intervenção de acusação. Gramsci foi condenado a 20 anos, 4 meses e 5 dias de prisão, de onde sairá apenas em 1935, num regime de liberdade condicional por razões de saúde. Libertado finalmente em 1937, morreria seis dias depois, com 41 anos de idade.

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