Os Homens Esquecidos de Deus

de Albert Cossery
Editor: Antígona, abril de 2002 ‧
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Com a publicação, em Abril de 2002, d’Uma Ambição no Deserto, a Antígona completa a edição de toda a obra de Albert Cossery, ou seja, os oito títulos que produziu ao longo de aproximadamente 60 anos de intensa observação do mundo: uma linha por semana, um livro de oito em oito anos, marcando o seu ritmo, enquanto escritor. «Não fazer nada é uma actividade interior; não é preguiça, é reflexão.»
"Os Homens Esquecidos de Deus", primeiro livro de Cossery, foi publicado no Cairo em 1927 e traduzido para várias línguas. Neste conjunto de cinco histórias, desenham-se já os temas predilectos que este autor viria depois a desenvolver: o olhar insólito sobre o poder, o despojamento, o ódio ao trabalho, a militância, etc.
Ridicularizando os políticos e os poderosos do mundo, através do riso das suas personagens, Cossery abre já caminho para o verdadeiro lugar do escritor do século XXI, negação radical do pior que o século XX ofereceu aos homens e mulheres do seu tempo.

Os Homens Esquecidos de Deus

de Albert Cossery

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726081326
Editor: Antígona
Data de Lançamento: abril de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 207 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 156
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789726081326
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Albert Cossery

Albert Cossery nasceu no Cairo em 1913 e viveu em Paris desde 1945, no mesmo modesto quarto de hotel, no bairro de Saint-Germain-des-Prés, onde veio a morrer em 2008. Escritor egípcio de língua francesa, amigo de Albert Camus, Lawrence Durrell e Henry Miller, estreou-se na ficção em 1940 com Os Homens Esquecidos de Deus. Depois disso editou apenas oito títulos — porque o autor, adepto da indolência, sempre fez questão de não ultrapassar as suas médias: uma linha por semana, um livro de oito em oito anos. Contemplado em 1990 com o Grande Prémio da Francofonia, atribuído pela Academia Francesa ao conjunto da sua obra, e em 2000 com o Prémio Mediterrâneo pelo seu último romance, As Cores da Infâmia, Albert Cossery tem vindo a ser descoberto geração após geração, e os seus livros estão traduzidos em inglês, alemão, árabe, checo, castelhano e português.

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